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Casas Bahia corre risco de perder energia que abastece 25% da operação
Publicado 03/09/2026 • 09:00 | Atualizado há 16 minutos
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Publicado 03/09/2026 • 09:00 | Atualizado há 16 minutos
KEY POINTS
Foto: Divulgação
Casas Bahia corre risco de perder energia que abastece 25% da operação entenda
O Grupo Casas Bahia voltou à Justiça para tentar ampliar a proteção de contratos considerados essenciais ao funcionamento da empresa. A varejista afirma que passou a receber ameaças de fornecedores que cogitam suspender serviços durante a recuperação judicial.
Entre os acordos citados pela companhia está um contrato diretamente ligado ao fornecimento de energia para parte relevante de sua estrutura.
Leia também: Casas Bahia: credores sem garantia podem esperar anos para receber valores
Um dos contratos que ficaram fora da proteção inicial responde pelo abastecimento energético de aproximadamente 25% do complexo do Grupo Casas Bahia.
A empresa afirma que deixou esse acordo de fora da primeira relação devido a um erro durante a preparação dos documentos enviados à Justiça. Agora, a varejista quer incluir esse contrato e outros ligados à energia, infraestrutura, gás, telecomunicações e assistência à saúde.
Diante do cenário de pressão por parte dos fornecedores, a Casas Bahia pediu que a Justiça aplique R$ 50 mil por cada nova ameaça de suspensão ou interrupção.
Caso um fornecedor, que esteja dentro do pacote de proteção, descumpra a ordem, a empresa quer uma multa de R$ 100 mil, além de outras medidas que a Justiça possa determinar.
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Siga o Times | CNBCSegundo o grupo, a ampliação da proteção precisa acontecer com urgência para evitar impactos sobre suas atividades. Na visão da varejista brasileira, a manutenção das atividades é crucial para o processo de reestruturação.
Na nova petição, apresentada na última terça-feira (01), o grupo afirma que recebeu ameaças de suspensão e interrupção de serviços nos últimos dias. Parte delas teria vindo de fornecedores que não entraram no primeiro pedido de proteção.
Em outros casos, a empresa já havia citado o fornecedor, mas não incluiu todos os contratos mantidos com ele. A Casas Bahia também relata que algumas companhias presentes na decisão anterior ainda ameaçam interromper os serviços.
Leia também: Casas Bahia em recuperação judicial: veja quem pode receber primeiro
A Justiça já havia impedido a interrupção de alguns serviços que a companhia considera indispensáveis. Entre eles estão energia elétrica, água, tecnologia, segurança e aluguel de imóveis.
Com o novo pedido, a Casas Bahia tenta aumentar o alcance dessa proteção para contratos que ficaram de fora da primeira lista. Em caso de interrupção de algum dos serviços citados, a operação do grupo pode ser comprometida.
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