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Brasil negocia parceria com gigante chinesa para fabricação de remédios
Publicado 27/01/2026 • 14:20 | Atualizado há 2 semanas
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Publicado 27/01/2026 • 14:20 | Atualizado há 2 semanas
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Tingshu Wang/Reuters
O Ministério da Saúde iniciou conversas com o grupo chinês Sinopharm para ampliar a cooperação industrial e tecnológica no setor farmacêutico brasileiro, em um movimento que pode destravar novos investimentos em produção local de medicamentos, vacinas e hemoderivados.
A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Fernanda De Negri, recebeu executivos da companhia em Brasília na última quinta-feira (22), incluindo o CEO da CNBG, subsidiária da Sinopharm, Huichuang Yang, além de representantes do Beijing Institute of Biological Products (BIBP) e da East Biotech.
O encontro teve como foco identificar parcerias estratégicas capazes de impulsionar transferência de tecnologia, inovação industrial e ampliação da capacidade produtiva no Brasil.
“Queremos fomentar o desenvolvimento tecnológico de novos medicamentos e fortalecer a soberania científica e industrial do país”, afirmou De Negri.
Durante a reunião, técnicos do ministério detalharam os instrumentos usados para atrair empresas privadas e centros de pesquisa: os programas de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) e de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL) – considerados hoje os principais mecanismos federais para fomentar a instalação de fábricas, laboratórios e plataformas tecnológicas no país.
Na última chamada pública, os programas receberam 322 projetos, sendo 147 propostas para PDPs e 175 para PDIL, segundo o secretário-adjunto da SCTIE, Eduardo Jorge Valadares Oliveira.
Segundo ele, o desafio é combinar inovação tecnológica, valor agregado e redução de custos para o SUS, mantendo atratividade econômica para empresas parceiras.
A aproximação com a Sinopharm ocorre no contexto da estratégia do governo federal de fortalecer a base produtiva da saúde no Brasil e reduzir dependência externa em insumos críticos – tema que ganhou relevância após a pandemia.
Para o mercado, a conversa sinaliza potencial abertura de joint ventures, contratos de fornecimento ao SUS e investimentos industriais no país, além de reforçar a China como parceiro-chave na estratégia brasileira para o complexo econômico-industrial da saúde.
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