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Nova estratégia da Coca-cola pode afetar produção no Brasil? Entenda
Publicado 30/04/2026 • 11:16 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 30/04/2026 • 11:16 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Sina Schuldt/dpa via Reuters Connect
Embalagem da Coca-Cola
A Coca-Cola decidiu apostar em embalagens menores como resposta ao aperto no orçamento das famílias. A estratégia, defendida pelo novo CEO da companhia, Henrique Braun, que assumiu o comando em 31 de março, prioriza mini latas e garrafas de 1,25 litro para tentar sustentar a frequência de compra em um cenário de confiança do consumidor no menor nível da série da Universidade de Michigan.
Nos Estados Unidos, as mini latas e os multipacks ganharam espaço. A versão individual menor passou a ser distribuída também em lojas de conveniência, como opção de entrada com preço mais acessível. Já a embalagem de 1,25 litro é direcionada ao consumo doméstico. Em breve, a novidade deve chegar ao Brasil.
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O movimento acontece em um ambiente de maior incerteza econômica, marcado pela guerra com o Irã, inflação persistente e enfraquecimento do mercado de trabalho. Em entrevista ao The Wall Street Journal, o executivo explicou que o cenário aumenta o desafio de manter as marcas relevantes em um contexto de menor consumo de refrigerantes e de redução de gastos.
Ainda assim, a Coca-Cola entregou um primeiro trimestre melhor do que o esperado, com lucro acima das projeções, crescimento de 12% nas vendas e alta de 4% no volume na América do Norte. Os números são bons, mas o próprio Braun admitiu ao jornal que manter as marcas relevantes num contexto de queda no consumo de refrigerantes é cada vez mais difícil.
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Questionado sobre a nova linha de bebidas do McDonald’s, que inclui refrigerantes e energéticos artesanais, algumas opções com Red Bull, Braun afirmou que a parceria de décadas entre as empresas permanece forte.
A Coca-Cola participa da iniciativa com produtos como Sprite Berry Blast e Sprite Lunar Splash e, segundo ele, segue buscando manter a posição de principal fornecedora da rede.
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