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Coca-Cola eleva projeção de lucro para 2026 impulsionada pela maior demanda por refrigerantes e bebidas ‘zero’

Publicado 27/10/2026 • 11:10 | Atualizado há 18 minutos

KEY POINTS

  • A Coca-Cola superou as expectativas de Wall Street para lucro e receita no trimestre.
  • A companhia elevou sua projeção para o ano inteiro pela terceira vez consecutiva.
  • As ações da companhia subiram cerca de 1% nas negociações do pré-mercado.
Coca-Cola

Foto: AFP

A Coca-Cola elevou sua projeção para o ano inteiro pela terceira vez consecutiva, apesar da demanda pouco expressiva no mercado doméstico.

A Coca-Cola elevou nesta terça-feira (27) sua projeção para o ano inteiro pela terceira vez consecutiva, apesar da demanda pouco expressiva em seu mercado doméstico.

Para o ano, a companhia agora espera que o lucro por ação ajustado e comparável cresça pelo menos 11%, acima da projeção anterior, que previa alta entre 9% e 10%. A gigante de bebidas também estima que a receita orgânica avance pelo menos 5%, uma leve revisão para cima em relação à expectativa anterior de crescimento de aproximadamente 5%.

As ações da companhia subiram cerca de 1% nas negociações da NYSE.

Veja os resultados divulgados pela empresa em comparação com as estimativas dos analistas de Wall Street consultados pela LSEG:

  • Lucro por ação: US$ 0,91 ajustado, ante expectativa de US$ 0,88.
  • Receita: US$ 13,4 bilhões, ante expectativa de US$ 12,92 bilhões.

A Coca-Cola registrou lucro líquido atribuível aos acionistas de US$ 4,01 bilhões no terceiro trimestre, ou US$ 0,93 por ação, ante US$ 3,7 bilhões, ou US$ 0,86 por ação, no mesmo período do ano anterior.

Excluindo ganhos com transações e outros itens, o lucro da companhia foi de US$ 0,91 por ação.

As vendas líquidas cresceram 7%, para US$ 13,4 bilhões. A receita orgânica da Coca-Cola, que exclui os efeitos de aquisições, desinvestimentos e variações cambiais, também avançou 7% no trimestre.

Pelo segundo trimestre consecutivo, o volume de caixas unitárias vendidas pela empresa aumentou 5%, impulsionado pela maior demanda fora da América do Norte.

Em seu mercado doméstico, o volume ficou estável. No entanto, a operação norte-americana teria registrado crescimento se não fosse o efeito do calendário do feriado de 4 de julho e a escassez de Topo Chico, marca de água com gás pertencente à Coca-Cola, que durou vários meses, afirmou o diretor financeiro da companhia, John Murphy, à CNBC.

Leia também: Coca-Cola e Nestlé mudam alegações sobre reciclagem de garrafas plásticas após pressão da UE

“O impulso subjacente continua bastante forte”, disse Murphy. “O sentimento do consumidor permanece praticamente inalterado, no sentido de que, independentemente da faixa de renda, as pessoas estão buscando custo-benefício, e acredito que nosso sistema tem feito um bom trabalho ao interpretar isso.”

Nos últimos trimestres, executivos da Coca-Cola afirmaram que os consumidores norte-americanos estão sob pressão, afetados pela inflação e pela incerteza econômica. Ainda assim, a gigante de bebidas também destacou que os consumidores continuam comprando seus produtos, desde marcas premium, como Fairlife, até o refrigerante que leva o nome da companhia.

No mercado global, o volume de vendas de refrigerantes da Coca-Cola cresceu 5% no trimestre, impulsionado pelo avanço das marcas Coca-Cola, Coca-Cola Zero Açúcar e Diet Coke.

O Diet Coke está vivendo um “ressurgimento”, segundo Murphy. Nos Estados Unidos, consumidores da geração Z apelidaram a bebida de “cigarro de geladeira”. Na Índia, consumidores organizaram festas dedicadas ao Diet Coke, em meio à escassez do produto relacionada à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.

“É uma marca que está praticamente se reinventando para a próxima geração de consumidores”, afirmou.

Segundo Murphy, a Coca-Cola também ganhou participação de mercado enquanto a concorrente PepsiCo enfrenta dificuldades em seu negócio de refrigerantes. Ainda assim, algumas marcas da Coca-Cola, como Sprite, “ainda têm trabalho a fazer”.

A divisão de águas, bebidas esportivas, cafés e chás da companhia também registrou alta de 5% no volume. O crescimento foi impulsionado pela maior demanda por água, incluindo a marca premium Smartwater. A procura por chás e cafés ficou estável, enquanto o segmento de bebidas esportivas apresentou queda.

Já o negócio de sucos, laticínios de valor agregado e bebidas à base de plantas registrou estabilidade no volume, apesar do crescimento de marcas como Fairlife e Minute Maid.A Coca-Cola elevou nesta terça-feira sua projeção para o ano inteiro pela terceira vez consecutiva, apesar da demanda pouco expressiva em seu mercado doméstico.

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Para o ano, a companhia agora espera que o lucro por ação ajustado e comparável cresça pelo menos 11%, acima da projeção anterior, que previa alta entre 9% e 10%. A gigante de bebidas também estima que a receita orgânica avance pelo menos 5%, uma leve revisão para cima em relação à expectativa anterior de crescimento de aproximadamente 5%.

As ações da companhia subiram cerca de 1% nas negociações do pré-mercado.

Veja os resultados divulgados pela empresa em comparação com as estimativas dos analistas de Wall Street consultados pela LSEG:

  • Lucro por ação: US$ 0,91 ajustado, ante expectativa de US$ 0,88.
  • Receita: US$ 13,4 bilhões, ante expectativa de US$ 12,92 bilhões.
    A Coca-Cola registrou lucro líquido atribuível aos acionistas de US$ 4,01 bilhões no terceiro trimestre, ou US$ 0,93 por ação, ante US$ 3,7 bilhões, ou US$ 0,86 por ação, no mesmo período do ano anterior.

Excluindo ganhos com transações e outros itens, o lucro da companhia foi de US$ 0,91 por ação.

As vendas líquidas cresceram 7%, para US$ 13,4 bilhões. A receita orgânica da Coca-Cola, que exclui os efeitos de aquisições, desinvestimentos e variações cambiais, também avançou 7% no trimestre.

Pelo segundo trimestre consecutivo, o volume de caixas unitárias vendidas pela empresa aumentou 5%, impulsionado pela maior demanda fora da América do Norte.

Em seu mercado doméstico, o volume ficou estável. No entanto, a operação norte-americana teria registrado crescimento se não fosse o efeito do calendário do feriado de 4 de julho e a escassez de Topo Chico, marca de água com gás pertencente à Coca-Cola, que durou vários meses, afirmou o diretor financeiro da companhia, John Murphy, à CNBC.

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“O impulso subjacente continua bastante forte”, disse Murphy. “O sentimento do consumidor permanece praticamente inalterado, no sentido de que, independentemente da faixa de renda, as pessoas estão buscando custo-benefício, e acredito que nosso sistema tem feito um bom trabalho ao interpretar isso.”

Nos últimos trimestres, executivos da Coca-Cola afirmaram que os consumidores norte-americanos estão sob pressão, afetados pela inflação e pela incerteza econômica. Ainda assim, a gigante de bebidas também destacou que os consumidores continuam comprando seus produtos, desde marcas premium, como Fairlife, até o refrigerante que leva o nome da companhia.

No mercado global, o volume de vendas de refrigerantes da Coca-Cola cresceu 5% no trimestre, impulsionado pelo avanço das marcas Coca-Cola, Coca-Cola Zero Açúcar e Diet Coke.

O Diet Coke está vivendo um “ressurgimento”, segundo Murphy. Nos Estados Unidos, consumidores da geração Z apelidaram a bebida de “cigarro de geladeira”. Na Índia, consumidores organizaram festas dedicadas ao Diet Coke, em meio à escassez do produto relacionada à guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.

“É uma marca que está praticamente se reinventando para a próxima geração de consumidores”, afirmou.

Segundo Murphy, a Coca-Cola também ganhou participação de mercado enquanto a concorrente PepsiCo enfrenta dificuldades em seu negócio de refrigerantes. Ainda assim, algumas marcas da Coca-Cola, como Sprite, “ainda têm trabalho a fazer”.

A divisão de águas, bebidas esportivas, cafés e chás da companhia também registrou alta de 5% no volume. O crescimento foi impulsionado pela maior demanda por água, incluindo a marca premium Smartwater. A procura por chás e cafés ficou estável, enquanto o segmento de bebidas esportivas apresentou queda.

Já o negócio de sucos, laticínios de valor agregado e bebidas à base de plantas registrou estabilidade no volume, apesar do crescimento de marcas como Fairlife e Minute Maid.

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