CNBC
Microsoft

CNBCMicrosoft planeja reduzir parcerias com empresas de neocloud em meio a sinais de desaceleração nos investimentos em infraestrutura de IA

Empresas & Negócios

Disney+ e Hulu aumentam lucro da Disney; veja os números do trimestre

Publicado 05/08/2026 • 12:59 | Atualizado há 3 meses

KEY POINTS

  • O desempenho das plataformas Disney+ e Hulu voltou a impulsionar os resultados da Disney em balanço de junho de 2026.
  • A companhia registrou crescimento nas receitas e ampliou o lucro operacional do streaming.
  • Ao mesmo tempo, a empresa apresentou uma nova reorganização interna.
Disney

Foto: Unplash

O CEO da The Walt Disney, Josh D’Amaro, afirmou à CNBC que a divisão de parques da companhia foi uma “grande surpresa” no último trimestre.

O desempenho das plataformas Disney+ e Hulu voltou a impulsionar os resultados da Disney em balanço de junho de 2026. A companhia registrou crescimento nas receitas, ampliou o lucro operacional do streaming e manteve a divisão de parques temáticos como um dos principais motores financeiros do grupo.

Ao mesmo tempo, a empresa apresentou uma nova reorganização interna. O CEO da Disney, Josh D’Amaro, decidiu transferir boa parte do negócio de produtos de consumo para a divisão de entretenimento, de acordo com a Variety.

Leia também: “O Diabo Veste Prada 2” registra a maior estreia de um live-action no Disney+ desde “Deadpool & Wolverine”

Streaming amplia lucro

O segmento de streaming da gigante do entretenimento manteve a trajetória de expansão no trimestre. As receitas do Disney+ e do Hulu cresceram 11% na comparação anual e chegaram a US$ 5,53 bilhões (R$ 28,2 bilhões).

Além disso, o lucro operacional da divisão avançou de US$ 329 milhões para US$ 712 milhões (R$ 3,6 bilhões). As receitas com assinaturas aumentaram 15%, alcançando US$ 4,7 bilhões, enquanto a publicidade registrou alta de 3%. A Disney não divulga mais o número trimestral de assinantes.

Dessa forma, apesar do papel de destaque na indústria cinematográfica, a Disney segue ampliando as receitas com o crescimento do streaming.

Reorganização

A companhia anunciou uma mudança estrutural que altera a forma como contabiliza parte das receitas. A partir do primeiro trimestre fiscal de 2027, a maior parte do negócio de produtos de consumo deixará a divisão Disney Experiences e passará para a área de entretenimento.

Na prática, produtos ligados a grandes franquias, como filmes da Marvel e animações da Pixar, passarão a gerar receita diretamente para os estúdios responsáveis pelo conteúdo.

Segundo a empresa, a mudança melhora a integração entre produção e comercialização, além de aproximar a estrutura de relatórios financeiros do padrão adotado por outras empresas do setor.

O segmento de produtos de consumo faturou US$ 1,1 bilhão (R$ 5,6 bilhões) no trimestre, registrando o maior crescimento anual dos últimos cinco anos.

Times Brasil - CNBC

Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.

Siga o Times | CNBC

Inteligência artificial

A Disney também ampliou o uso de inteligência artificial em diferentes áreas da empresa. Entre as iniciativas está a expansão da plataforma “JARVIS”, que agora atende mais de dois mil profissionais da área de engenharia e desenvolvimento dos parques.

A companhia utiliza ferramentas de I.A. para criar simulações de novas atrações, desenvolver projetos para futuros parques, otimizar processos de reserva e oferecer suporte operacional aos funcionários durante o atendimento aos visitantes.

Parques seguem lucrativos

Ainda de acordo com o relatório da empresa, a divisão Disney Experiences, responsável pelos parques temáticos, cruzeiros e produtos de consumo, registrou US$ 10 bilhões em receita, crescimento de 10% na comparação anual.

O lucro operacional do segmento alcançou US$ 3 bilhões, alta de 20%. Nos Estados Unidos, a frequência aos parques cresceu 3%, com destaque para o desempenho do Walt Disney World durante o verão americano.

No cinema, Toy Story 5, lançado recentemente, ultrapassou US$ 1 bilhão em bilheteria mundial e elevou a arrecadação total da franquia para mais de US$ 4 bilhões (R$ 20,4 bilhões). O sucesso do longa também impulsionou o consumo de produtos licenciados e aumentou o número de horas assistidas da franquia no Disney+.

Leia também: Pixar e National Geographic lideram cortes na nova reestruturação da Disney

ESPN cresce em receita

A ESPN, canal esportivo administrado pela Disney, registrou receita de US$ 4,5 bilhões, alta de 4% no trimestre. As receitas publicitárias cresceram 5%, mas o lucro operacional caiu 17%, pressionado pelo aumento dos custos com direitos de transmissão esportiva.

A empresa também anunciou que utilizará os recursos obtidos com a venda de sua participação na A+E Global Media para ampliar o programa de recompra de ações. A meta para o ano fiscal passou de US$ 8 bilhões para pelo menos US$ 9 bilhões.

Além disso, a Disney confirmou um novo acordo com o TikTok, que permitirá a criação de conteúdos curtos utilizando personagens e franquias da Marvel, Pixar, Star Wars e outras marcas do grupo.

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:


🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Empresas & Negócios

Por que a China quer restringir telas gigantes nos carros elétricos? Van com inteligência artificial consegue detectar buracos antes que eles se agravem Quais artistas já falecidos continuam faturando alto? Xbox encarece consoles em mais de US$ 100; veja o que muda no Brasil Conheça os 3 destinos de luxo que estão na mira dos milionários