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França promete escolta no Estreito de Ormuz
Publicado 10/03/2026 • 12:04 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 10/03/2026 • 12:04 | Atualizado há 8 meses
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Presidente da França, Emmanuel Macron
O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou nesta segunda-feira (09) durante visita ao Chipre, que planeja organizar uma missão futura “puramente defensiva” para reabrir o Estreito de Ormuz e escoltar embarcações “após a fase mais volátil do conflito” no Oriente Médio, com o objetivo de garantir o fluxo livre de petróleo e gás natural.
Macron anunciou que a França mobilizará oito fragatas e dois porta-helicópteros para o Mediterrâneo Oriental, o Mar Vermelho e o Estreito de Ormuz, com objetivo de reforçar a defesa contra ataques iranianos e assegurar o fluxo contínuo de energia.
Leia também: Irã diz que pode bloquear saída de petróleo da região; Trump ameaça intensificar ataques
“Essa mobilização da nossa marinha é sem precedentes”, afirmou Macron, em entrevista na base aérea de Pafos, ao lado do presidente do Chipre, Nikos Christodoulides, e do primeiro-ministro da Grécia, Kyriákos Mitsotákis. O Chipre, que abriga duas bases britânicas, é parte da União Europeia e já foi alvo de ataques de drones iranianos.
A União Europeia afirmou ontem estar preparada para reforçar suas missões de proteção do tráfego marítimo em meio à escalada da guerra e aos riscos para cadeias globais de abastecimento e segurança energética.
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Siga o Times | CNBCO chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, criticou ontem as iniciativas ocidentais para garantir a segurança no Estreito de Ormuz. Em publicação no X, ele afirmou ser “improvável que qualquer segurança seja alcançada sob o fogo da guerra iniciada por EUA e Israel”.
Larijani acrescentou que a estabilidade na via marítima estratégica também não pode depender de atores que, segundo ele, ajudaram a alimentar o conflito. De acordo com o representante de Teerã, a segurança do Estreito de Ormuz é improvável, especialmente se depender de países que apoiam a guerra. Cerca de 20% do tráfego de petróleo global passam pela via marítima.
Ontem, em entrevista à CBS News. Donald Trump afirmou que seu governo está “pensando” em assumir o controle total do Estreito de Ormuz – sem explicar no que isso implicaria. O presidente americano afirmou ainda que a passagem marítima está aberta, o que contradiz informações de monitores internacionais. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)
Leia mais; Guerra com o Irã ameaça consequências catastróficas para o mercado de petróleo, diz CEO da Aramco
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