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Grupo da Tok&Stok revela dívida bilionária em pedido à Justiça; veja quanto a empresa deve
Publicado 13/05/2026 • 13:09 | Atualizado há 14 minutos
Publicado 13/05/2026 • 13:09 | Atualizado há 14 minutos
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Foto: Divulgação/Tok&Stok
Grupo da Tok&Stok revela dívida bilionária em pedido à Justiça; veja quanto a empresa deve
O setor de varejo e imóveis e decoração entrou nos debates após um novo pedido de recuperação judicial envolvendo uma das maiores marcas do segmento no Brasil. O movimento do grupo da Tok&Stok acontece em meio a um cenário de juros elevados, crédito mais restrito e consumo pressionado.
Nos últimos meses, empresas do varejo enfrentam dificuldades para equilibrar caixa, renegociar dívidas e manter o ritmo das operações. Agora o Grupo Toky, responsável pela Tok&Stok e Mobly, decidiu entrar na Justiça para tentar reorganizar as finanças.
Leia também: Além da dona da Tok&Stok: varejo ainda deve ter novas recuperações judiciais
O Grupo Toky informou por meio de um fato relevante divulgado na última terça-feira (12) que entrou com um pedido de recuperação judicial envolvendo a companhia e suas subsidiárias. Segundo o documento, o conglomerado possui uma dívida de R$ 1,1 bilhão.
A empresa dona de grandes marcas do varejo afirma que buscou preservar as atividades, proteger a liquidez, parte afetada da empresa, e reestruturar o endividamento do grupo. Ao mesmo tempo, a recuperação judicial envolve um processo direto com participação do Judiciário.
De acordo com a companhia, o pedido acontece em meio a um ambiente macroeconômico considerado desafiador. O grupo cita taxas de juros ainda elevadas, maior endividamento das famílias, condições de crédito mais restritivas e variações cambiais constantes como fatores que pressionaram as operações.
Além disso, a empresa afirmou que tentou renegociar as dívidas diretamente com os credores, mas o nível de endividamento continuou aumentando nos últimos meses. O conselho de administração autorizou o mecanismo após reunião realizada na última segunda-feira (11).
O processo iniciado pelo grupo tramita na Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível do Estado de São Paulo sob segredo de justiça. De acordo com o Estadão, entre os pedidos apresentados à Justiça, o grupo solicitou proteção contra execuções de credores.
Fora isso, a companhia pediu a liberação imediata de R$ 77 milhões em recebíveis de cartão de crédito ligados a compras de clientes. Segundo a empresa, esses valores ficaram bloqueados pela SRM Bank. Com isso, o grupo afirmou no processo que o bloqueio representa risco concreto de estrangulamento financeiro e paralisação das atividades empresariais em curto prazo.
Leia também: Varejo brasileiro tem pior desempenho em mais de um ano com consumo pressionado pela inflação
Entretanto, em meio ao processo de recuperação judicial, a companhia também pediu uma liminar com antecipação dos efeitos da medida judicial pelo período de 180 dias, enquanto a solicitação segue em análise pela Justiça.
Dessa forma, segundo a gestora da Tok&Stok e Mobly, a medida é necessária para garantir continuidade operacional e organizar a reestruturação financeira do grupo.
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