Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
EXCLUSIVO CNBC: Morgan Stanley prevê inflação abaixo do esperado e aposta em queda dos juros dos EUA
Publicado 03/09/2026 • 22:14 | Atualizado há 55 minutos
Ascensão da IA na Coreia do Sul está remodelando relacionamentos, reality shows e preferências acadêmicas
S&P 500 registra ganhos consecutivos com queda nos rendimentos dos Treasuries
OpenAI começa a implementar o GPT-6 Astra, seu modelo de IA mais recente e poderoso
Microsoft vai impor limites de tempo para assinantes do Xbox Cloud Gaming, à medida que os custos continuam a subir
Crise em Ormuz faz ações de empresas de transporte marítimo dispararem, mas rali pode estar ameaçado
Publicado 03/09/2026 • 22:14 | Atualizado há 55 minutos
KEY POINTS
A inflação dos Estados Unidos pode surpreender para baixo nos próximos meses, segundo Matthw Hornbach, chefe global de estratégia macro do Morgan Stanley.
Em entrevista exclusiva à CNBC, o executivo afirmou que não espera novas altas de juros pelo Federal Reserve em 2026 e prevê queda dos rendimentos dos Treasuries até o fim do ano.
A desinflação americana já está em andamento e há diferentes fatores que podem reforçar esse movimento. Entre eles estão a desaceleração da inflação de moradia, os efeitos das tarifas que já foram incorporados aos dados e fatores sazonais.
“Não prevemos que o Fed aumente as taxas este ano, de jeito nenhum. Acreditamos que eles manterão as taxas, principalmente porque a inflação está caindo”.
Para o executivo, o cenário mais provável não é de uma inflação acima das projeções, mas de uma surpresa negativa nos índices de preços.
A inflação de moradia continua desacelerando, enquanto o impacto das tarifas tende a perder força na comparação anual. Hornbach também citou uma chamada sazonalidade residual, relacionada à forma como as agências estatísticas ajustam os dados de inflação ao longo do ano, como outro fator que pode contribuir para uma leitura mais baixa dos preços.
O petróleo, entretanto, representa um risco de alta para as projeções. Embora o preço do barril tenha impacto direto sobre a inflação cheia, a principal preocupação está no eventual repasse dos custos de energia para os índices de inflação subjacente.
Entre os canais de transmissão estão as passagens aéreas e outros produtos derivados do petróleo. O aumento dos preços do diesel e de outros produtos refinados, não decorre apenas do petróleo bruto, mas também de restrições na capacidade de refino e de dificuldades para retirar produtos de determinadas regiões.
“Você esperaria ver mais repasse do que o que realmente acabamos vendo nos dados desde que o conflito no Irã começou”, afirmou.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCEsse comportamento reforça a avaliação de que a inflação deve apresentar leituras mais moderadas até o fim do ano. A perspectiva também influencia a projeção para o mercado de títulos dos Estados Unidos.
A avaliação considera que parte das expectativas atuais de novas altas de juros ainda está incorporada aos preços de mercado. À medida que essas apostas forem retiradas, os rendimentos dos títulos podem recuar.
“Temos os rendimentos do Tesouro caindo até o final do ano”.
O cenário projetado diverge de algumas previsões mais agressivas para a política monetária. O estrategista foi questionado sobre a possibilidade de o Fed elevar os juros diante das divergências observadas entre os integrantes do banco central.
Para ele, a análise deve partir dos dados econômicos, e não apenas das declarações dos dirigentes do Fed. Hornbach afirmou que a autoridade monetária precisa avaliar se novos aumentos de juros são efetivamente necessários para atingir suas metas de inflação e emprego.
“Nós não achamos que o Fed precise realizar mais aumentos nas taxas de juros para ajudar a inflação a cair”.
Questionado diretamente se a instituição estava defendendo que o Fed não deveria aumentar os juros ou se simplesmente não esperava uma alta, o executivo reforçou que a previsão é de manutenção das taxas.
“Não achamos que eles vão aumentar as taxas. Tentamos prever o que vai acontecer, não o que deveria”.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Bilibili chega ao Brasil: veja os requisitos para monetizar
2
Mansur, ex-proprietário da Reag, oferece à PGR informações sobre R$ 20 bilhões atribuídos a Daniel Vorcaro
3
Uber demite 3.300 funcionários, acaba com home-office e elimina 20% dos gestores; ação avança 2% no pré-market
4
iPhone 18 Pro: veja tudo o que já foi revelado sobre o novo aparelho
5
Com dívidas, Chilli Beans nega recuperação judicial e anuncia novo vice-presidente