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EXCLUSIVO CNBC: Volatilidade recente não altera tendência de lucros, diz estrategista do Morgan Stanley

Publicado 20/04/2026 • 13:13 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • A trajetória ascendente de Wall Street enfrenta novos testes diante de incertezas geopolíticas e econômicas, mas o cenário atual deve ser encarado como uma oportunidade estratégica para os investidores, disse Katerina Simonetti.
  • A especialista ponderou que, embora o mercado reaja positivamente a notícias de estabilização global, o risco não desapareceu por completo.
  • Para o Morgan Stanley, a recente volatilidade é uma correção técnica que não altera a tendência de crescimento dos lucros corporativos a longo prazo.

A trajetória ascendente de Wall Street enfrenta novos testes diante de incertezas geopolíticas e econômicas, mas o cenário atual deve ser encarado como uma oportunidade estratégica para os investidores, disse Katerina Simonetti, estrategista do banco Morgan Stanley, em entrevista exclusiva à CNBC.

A especialista ponderou que, embora o mercado reaja positivamente a notícias de estabilização global, o risco não desapareceu por completo. “Dizemos aos clientes que os investidores parecem subestimar o risco do mercado e seguem com a incerteza. A indicação de que a atividade no Estreito de Ormuz seria reaberta é fantástica, mas isso não significa que saímos dessa; ao mesmo tempo, acreditamos que esta é uma incrível oportunidade de compra em um mercado de alta”, afirmou.

Para o Morgan Stanley, a recente volatilidade é uma correção técnica que não altera a tendência de crescimento dos lucros corporativos a longo prazo. “Você vê de um lado o declínio das avaliações e do outro os lucros continuam a subir. Esperamos a recuperação dessa correção e queremos ter certeza de que não vamos perder isso sendo muito defensivos ou ficando à margem em dinheiro, sem investir nas classes de ativos adequadas”, explicou.

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Sobre a alocação de capital, Katerina Simonetti sugeriu que o momento pede uma diversificação para além das grandes empresas de tecnologia, buscando setores subvalorizados. “Este é o momento em que entramos e pegamos alguns desses títulos individuais que foram subvalorizados. É onde podemos olhar para setores como financeiro, industrial e de saúde e aproveitar as oportunidades de compra; energia hoje seria uma ótima maneira de adicionar aos portfólios com certeza”, recomendou.

A estrategista também destacou o amadurecimento do setor tecnológico, apontando para uma nova fase de colheita de resultados no campo da Inteligência Artificial. “Estamos entrando nesta fase dois da implementação da IA. Agora podemos sentar e observar os resultados reais dessa tecnologia e como ela aumentará a lucratividade das empresas, enquanto as correções de mercado nos dão oportunidades em setores individuais e títulos específicos”.

Por fim, ao ser questionada sobre os setores de tecnologia e comunicação, a executiva do Morgan Stanley ressaltou que a busca por rentabilidade exige identificar empresas com fundamentos sólidos e capacidade de geração de receita. “Eles estão avaliados, mas não são as melhores oportunidades de compra. Queremos identificar empresas com poder de precificação e capazes de gerar receita, mesmo que a demanda por seus serviços esteja diminuindo ou o sentimento do consumidor esteja um pouco mais baixo”.

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