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Guararapares lucra R$ 5 milhões no 1º trimestre e mantém avanço das vendas de vestuário
Publicado 07/05/2026 • 12:23 | Atualizado há 4 dias
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Publicado 07/05/2026 • 12:23 | Atualizado há 4 dias
KEY POINTS
Divulgação Riachuelo
Loja da Riachuelo
A Riachuelo iniciou 2026 com lucro líquido de R$ 5 milhões no primeiro trimestre, revertendo o prejuízo de R$ 45,9 milhões registrado no mesmo período do ano passado e alcançando o melhor resultado para um início de ano nos últimos seis anos. O desempenho foi impulsionado pelo avanço das vendas de vestuário, expansão das margens e crescimento consistente da operação financeira.
A receita líquida consolidada da companhia somou R$ 2,32 bilhões entre janeiro e março, alta de 6,7% na comparação anual. Já o EBITDA ajustado consolidado avançou 14,1%, para R$ 267,8 milhões, com margem EBITDA de 11,5%, expansão de 0,7 ponto percentual frente ao primeiro trimestre de 2025.
No segmento de mercadorias, a varejista registrou o 11º trimestre consecutivo de crescimento nas vendas mesmas lojas (SSS) de vestuário, que avançaram 10,1%. A receita líquida de vestuário cresceu 10,2%, para R$ 1,4 bilhão, enquanto a margem bruta da categoria alcançou 54,9%, o décimo trimestre seguido de expansão. Segundo a companhia, o resultado reflete maior assertividade nas coleções, ganhos de eficiência na cadeia produtiva e menor necessidade de remarcações.
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O EBITDA da operação de mercadorias atingiu R$ 134,6 milhões no trimestre, alta de 23,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem EBITDA do segmento foi de 8,1%, o maior patamar para um primeiro trimestre nos últimos nove anos.
A companhia também destacou o avanço do canal digital, que segue crescendo apoiado em tecnologia proprietária, uso de dados e inteligência artificial. A estratégia de integração entre lojas físicas e plataformas digitais continuou contribuindo para ganhos de participação de mercado, segundo a empresa.
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Na divisão de serviços financeiros, a receita líquida cresceu 6,9%, para R$ 659,6 milhões, enquanto o EBITDA avançou 5,8%, somando R$ 133,1 milhões. A carteira de crédito total chegou a R$ 6,6 bilhões em março, com expansão puxada principalmente pelas operações de empréstimos, que cresceram 23,2% em relação ao ano anterior.
Os investimentos da companhia totalizaram R$ 146 milhões no trimestre, alta de 8,9%, concentrados principalmente em tecnologia, transformação digital e automação do centro de distribuição em São Paulo.
A Riachuelo encerrou março com 444 lojas em operação e alavancagem de 0,4 vez dívida líquida sobre EBITDA, abaixo do patamar de 0,6 vez registrado um ano antes.
Leia mais: Riachuelo suspende estudos sobre fazer nova oferta pública de ações
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