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Concorrência por talentos eleva salários e bônus em escritórios de gestão familiar
Publicado 01/08/2025 • 13:58 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 01/08/2025 • 13:58 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Lideranças femininas podem trazer mais inovação para empresas, diz executiva da VR.
Pixabay.
Escritórios de gestão de grandes fortunas privadas — conhecidos como family offices — estão intensificando a disputa por talentos no mercado financeiro. Um novo relatório aponta que essas organizações estão implementando planos de incentivo mais estruturados e generosos para executivos de alto escalão, o que tem elevado significativamente a remuneração total dos profissionais.
Segundo estudo da Morgan Stanley Private Wealth Management em parceria com a Botoff Consulting, a maioria dos family offices voltados a investimentos já adota planos de compensação de longo prazo. Esses planos vinculam o bônus ao desempenho e ao retorno das carteiras. Cerca de dois terços dessas empresas já usam esse tipo de remuneração variável.
“Com o tempo, estamos vendo uma formalização crescente dos planos de compensação”, disse Valerie Wong Fountain, diretora da Morgan Stanley. “Antes, era comum ver acordos informais. Agora, tudo está mais estruturado e atrelado a métricas de desempenho.”
Em family offices mais sofisticados — que operam como gestoras internas com equipes especializadas e altamente remuneradas — o salário anual mediano dos CEOs é de US$ 825 mil, chegando a mais de US$ 1,2 milhão nas estruturas que gerenciam ativos superiores a US$ 1 bilhão. Em alguns casos, a média ultrapassa US$ 3 milhões por ano, segundo o relatório.
Os diretores de investimentos (CIOs) também têm sido beneficiados. A mediana de remuneração dos CIOs nesses escritórios é de US$ 900 mil, com média de US$ 1,8 milhão ao ano.
Uma tendência em alta são os coinvestimentos — modelos em que executivos investem ao lado da família nos mesmos negócios. A prática é atrativa porque dá acesso a oportunidades exclusivas, como startups de alto crescimento e ativos disputados.
De acordo com o relatório, 85% dos coinvestimentos são financiados pelos próprios executivos, embora alguns recebam empréstimos da família para participar. “É uma maneira poderosa de ‘comer o que você cozinha’”, afirmou Wong Fountain.
Além dos coinvestimentos, os incentivos também incluem:
“Num mercado cada vez mais competitivo por talentos, as famílias estão focadas em atrair profissionais altamente qualificados para executar sua visão e estratégia”, disse Trish Botoff, sócia da Botoff Consulting.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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