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Lucro líquido do Nubank atinge US$ 871 milhões no início de 2026

Publicado 14/05/2026 • 19:26 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • O primeiro trimestre de 2026 encerrou com lucro líquido de US$ 871 milhões ao Nubank.
  • O resultado é 41% superior ao registrado no mesmo intervalo do ano anterior.
  • A base global de clientes atingiu 135,2 milhões ao fim de março, crescimento anual de 14%. No Brasil, o banco digital chegou a 115 milhões de usuários. 
Fachada do Nubank.

Fachada do Nubank.

O Nubank encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido de US$ 871 milhões, resultado 41% superior ao registrado no mesmo intervalo do ano anterior, desconsiderando os impactos cambiais. O desempenho foi impulsionado principalmente pela expansão da carteira de crédito e pelo crescimento das receitas da instituição.

A rentabilidade do banco digital também avançou no período. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) alcançou 29%, acima dos 27% observados um ano antes, embora abaixo dos 33% registrados no trimestre anterior. Mesmo assim, o indicador permaneceu entre os mais elevados do sistema financeiro.

Em comunicado que acompanha o balanço, o fundador e CEO da companhia, David Vélez, destacou que a fintech ultrapassou pela primeira vez a marca de US$ 5 bilhões em receita. Segundo ele, o uso de inteligência artificial teve papel importante no crescimento da operação de crédito ao longo dos últimos meses, contribuindo para ampliar limites de forma sustentável e com controle de risco.

A receita líquida de juros somou US$ 3,25 bilhões no trimestre, um recorde para a empresa e avanço de 12% em relação ao período imediatamente anterior. Já a margem líquida de juros subiu para 21,1%, refletindo o crescimento mais acelerado da carteira de crédito frente ao aumento dos passivos.

A carteira total de crédito chegou a US$ 37,2 bilhões, com expansão de 40% em 12 meses e de 7% na comparação trimestral. Os cartões de crédito seguem como principal operação do banco, respondendo por US$ 24,3 bilhões do total. O crédito pessoal sem garantia representou cerca de US$ 10 bilhões, enquanto as linhas com garantia alcançaram aproximadamente US$ 3 bilhões.

Os indicadores de inadimplência permaneceram relativamente estáveis. O índice de atrasos superiores a 90 dias ficou em 6,5%. Já a inadimplência de curto prazo, inferior a 90 dias, encerrou março em 5%.

As provisões para perdas com crédito totalizaram US$ 1,79 bilhão, alta de 33% no trimestre. O diretor financeiro, Guilherme Lago, afirmou que o aumento está relacionado à sazonalidade, à expansão da carteira e à composição dos produtos, sem indicar deterioração na qualidade do crédito. Segundo ele, o banco mantém monitoramento contínuo dos indicadores de inadimplência diante das incertezas do ciclo econômico.

A base global de clientes atingiu 135,2 milhões ao fim de março, crescimento anual de 14%. No Brasil, o banco digital chegou a 115 milhões de usuários. No mercado mexicano, a operação ultrapassou 15 milhões de clientes, enquanto na Colômbia a fintech se aproxima da marca de 5 milhões.

Entre os demais indicadores divulgados, o NIM Ajustado ao Risco ficou em 9,5%, recuo de 100 pontos-base frente ao trimestre anterior. Já a taxa de eficiência melhorou significativamente, passando de 21,4% há um ano para 17,6% no início de 2026.

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