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LVMH sente guerra no Oriente Médio e receita cai 6% no primeiro trimestre de 2026
Publicado 13/04/2026 • 14:19 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 13/04/2026 • 14:19 | Atualizado há 1 hora
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Wikimedia Commons
LVMH, a maior empresa de bens de luxo do mundo
O conflito no Oriente Médio chegou ao universo do luxo. A LVMH, maior grupo de produtos de alto padrão do mundo, registrou receita de € 19,1 bilhões (R$ 111,95 bilhões) no primeiro trimestre de 2026, queda de 6% frente ao mesmo período do ano anterior em bases reportadas.
Em termos orgânicos, o crescimento foi de apenas 1%, com o conflito respondendo por cerca de 1 ponto percentual de impacto negativo no período.
O Oriente Médio havia registrado início de ano positivo, mas sentiu o baque em março, quando o conflito se intensificou. O efeito se espalhou pelos segmentos do grupo, com destaque para Moda e Couro, que recuou 2% em bases orgânicas, impactado diretamente pela retração na região.
Leia também: Guerra no Oriente Médio faz exportações brasileiras ao Golfo caírem 31% em março
O segmento de Moda e Couro, maior divisão do grupo da família Arnault, com € 9,25 bilhões (R$ 54,22 bilhões) em receita, foi o mais afetado. Louis Vuitton celebrou o 130º aniversário da tela Monogram e inaugurou novos espaços em Pequim e Seul. Na Christian Dior, as primeiras peças assinadas por Jonathan Anderson chegaram às lojas com boa recepção, assim como a versão reinventada da bolsa Lady Dior. Loro Piana e Rimowa também registraram desempenho positivo no período.
Outros segmentos ajudaram a compensar as perdas. Relógios e Joias avançaram 7% em bases orgânicas, para € 2,44 bilhões (R$ 14,30 bilhões), puxados por Tiffany, com forte desempenho da linha HardWear, e por Bvlgari, que apresentou a coleção Eclettica. Vinhos e Destilados cresceram 5%, com champanhe em alta na Europa e conhaque beneficiado pelo calendário favorável do Ano Novo Chinês.
A Ásia, excluindo o Japão, registrou forte crescimento no trimestre, confirmando a melhora observada desde o segundo semestre de 2025. Europa e Japão mostraram demanda local resiliente, que compensou parcialmente a queda nos gastos de turistas. Os Estados Unidos tiveram bom início de ano.
O segmento de Varejo Seletivo cresceu 4% em bases orgânicas, para € 4,05 bilhões (R$ 23,74 bilhões), com a Sephora avançando em todas as regiões e ampliando liderança global, especialmente no Reino Unido. A DFS assinou acordos para venda de operações em Greater China e de concessões nos aeroportos de Los Angeles e San Francisco. Perfumes e Cosméticos ficou estável organicamente, com Parfums Christian Dior e Guerlain entre os destaques positivos.
Mesmo diante do ambiente geopolítico adverso, o grupo afirmou que permanece “vigilante, mas confiante” para o restante do ano, com foco no desenvolvimento das marcas e na diversificação geográfica de receitas.
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