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Exploração subterrânea pode abrir novo capítulo para produção de urânio na Bahia
Publicado 15/06/2026 • 23:30 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 15/06/2026 • 23:30 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: Reprodução
A Indústrias Nucleares do Brasil (INB), estatal responsável por todo o setor de mineração de urânio no Brasil, afirmou que está trabalhando para apresentar os estudos necessários sobre a viabilidade de exploração subterrânea do composto químico do urânio na Mina Cachoeira, no município de Caetité, na Bahia.
A Mina Cachoeira foi, por mais de uma década, a principal fonte de urânio produzida no Brasil, mas a exploração a céu aberto na região se exauriu em 2016, quando não foi extraído mais octóxido de triurânio da região. No auge da mineração por lá, em 2009, 406 toneladas do composto químico foram extraídas.
“A capacidade de extração da Mina Cachoeira a céu aberto exauriu. A INB está providenciando estudos multidisciplinares necessários para avaliar a viabilidade de uma futura operação subterrânea no local”, afirmou a estatal ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
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Estudos multidisciplinares para projetos subterrâneos incluem avaliações geológicas, hidrogeológicas, geotécnicas, ambientais e econômicas.
O objetivo é determinar o volume de minério disponível, as condições de extração e a rentabilidade potencial da operação.
Diferentemente da mineração a céu aberto, a exploração subterrânea permite acessar reservas localizadas em maiores profundidades.
O método, porém, costuma exigir investimentos mais elevados em infraestrutura, ventilação, segurança operacional e monitoramento ambiental, o que torna indispensável a realização de estudos de viabilidade técnica e econômica. Recurso que o setor de mineração acredita que a estatal não possui.
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