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Por Nathalia Gimenes
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Publicado 28/04/2026 • 16:29 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: divulgação
Oncoclínicas: 5 perguntas e respostas para entender as mudanças na empresa
A Oncoclínicas anunciou no último sábado (26), alterações na alta gestão e no Conselho de Administração após a renúncia de um dos principais executivos.
A companhia comunicou as mudanças ao mercado por meio de fato relevante. A medida busca garantir continuidade operacional e estabilidade na condução dos negócios até a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, marcada para 30 de abril.
Veja a seguir 5 perguntas e respostas para entender as mudanças na empresa:
A empresa informou a saída de Marcel Cecchi Vieira em 24 de abril. Ele deixou simultaneamente os cargos de vice-presidente executivo, diretor financeiro e diretor de relações com investidores.
A saída levou a companhia a reorganizar temporariamente a estrutura de comando enquanto aguarda a deliberação dos acionistas.
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Com a vacância, Carlos Gil Moreira Ferreira seguirá acumulando a Vice-Presidência Executiva com as funções de Diretor-Presidente e Diretor-Médico.
Já Isaac Quintino responderá provisoriamente pelas áreas financeira e de Relações com Investidores até a reunião dos acionistas.
No Conselho de Administração, a companhia também confirmou a eleição de Marcos Grodetzky para a presidência no domingo, 26 de abril.
A AGOE é a sigla para Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária. Trata-se da reunião convocada para que os acionistas analisem temas administrativos, societários e estratégicos da empresa.
No caso da Oncoclínicas, o encontro ocorrerá em 30 de abril.
Leia também: Oncoclínicas anuncia mudanças na alta gestão e no conselho
As substituições anunciadas têm caráter temporário. A companhia manteve a estrutura provisória para preservar a condução executiva até a realização da AGOE.
Com isso, Carlos Gil permanece na vice-presidência executiva de forma acumulada, enquanto Isaac Quintino seguirá nas áreas financeira e de Relações com Investidores até nova definição.
Em comunicado, a Oncoclínicas afirmou que continua comprometida com as regras da Comissão de Valores Mobiliários e com a legislação societária vigente.
A empresa também informou que seguirá atualizando acionistas e o mercado sobre os próximos desdobramentos ligados à governança corporativa.
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Segundo apuração do Valor Econômico, a escolha da Oncoclínicas de Grodetzky para o comando do conselho gerou desconforto na gestora Latache, que detém quase 15% do capital da companhia e da qual Marcel Cecchi é sócio.
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