Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Petrobras vai investir R$ 33 bilhões em refino e petroquímica no Rio de Janeiro
Publicado 03/07/2025 • 13:12 | Atualizado há 1 ano
EUA não renovam acordo comercial trilateral com o Canadá e o México e abrem nova rodada de negociações
PlayStation encerrará produção de discos físicos para novos jogos em 2028
Lamborghini lança novo SUV híbrido de alta performance após desistir de planos para carros elétricos
O boom da defesa na Europa enfrenta um novo teste: a indústria conseguirá realmente entregar as armas?
Anthropic: governo Trump remove restrições de exportação do Claude Fable 5 e do Mythos 5
Publicado 03/07/2025 • 13:12 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Agência Brasil
Imagem de bomba da Petrobras
A Petrobras informou nesta quinta-feira (3) que prevê investir cerca de R$ 33 bilhões em projetos de refino e petroquímica no estado do Rio de Janeiro. Desse total, R$ 29 bilhões correspondem a recursos da própria companhia e R$ 4 bilhões a um projeto que atua de forma integrada aos ativos da petroleira.
O maior investimento está relacionado à integração do Complexo de Energias Boaventura, em Itaboraí (RJ), com a Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), estimado em R$ 26 bilhões. Os projetos fazem parte do Plano de Negócios 2025-2029 da companhia e seus pacotes de serviços estão em fase de licitação.
Segundo a Petrobras, a nova estrutura permitirá ampliar a produção de diesel S-10 em 76 mil barris por dia (bpd), sendo 56 mil provenientes da troca de qualidade e 20 mil bpd de capacidade adicional. Está previsto também o aumento da capacidade de produção de querosene de aviação (QAV) em 20 mil bpd e de lubrificantes do grupo II em 12 mil bpd.
O projeto inclui ainda uma planta de combustíveis renováveis no Complexo Boaventura, dedicada à produção de 19 mil bpd de Óleo Vegetal Hidrotratado (HVO) e Combustível Sustentável de Aviação (SAF). Além disso, serão construídas duas termelétricas a gás no local, para participação em leilões de reserva de capacidade. As unidades aproveitarão a infraestrutura existente na Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) de Itaboraí.
Outro projeto em análise é a instalação de uma planta de rerrefino de lubrificantes na Reduc, com capacidade de 30 mil metros cúbicos por mês (6,3 mil bpd). O objetivo é processar óleos usados e produzir lubrificantes de alto valor, aplicando conceitos de economia circular. Segundo a Petrobras, o teste de coprocessamento já foi autorizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e está previsto para ocorrer ainda este ano.
Leia também:
Redução no preço da gasolina definida pela Petrobras não chega aos postos em junho
Petrobras é a grande vencedora do 5º Leilão de Petróleo da União, que movimentou R$ 28 bilhões
Petrobras: estou com os dedos cruzados para distribuição dos dividendos extras, diz Magda
A Petrobras informou ainda que a Reduc finalizou o teste de produção do primeiro combustível de aviação com conteúdo renovável (SAF) por coprocessamento, alcançando até 1,2% de óleo de milho na fabricação de querosene de aviação. A ANP já autorizou a produção comercial, que deverá começar nos próximos meses, com capacidade de até 50 mil metros cúbicos por mês (10 mil bpd).
Atualmente, a refinaria já produz o Diesel R5, com 5% de conteúdo renovável, e recebeu autorização da ANP para iniciar testes com teor de 7%, para a futura produção do Diesel R7.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCComo parte dos investimentos em modernização e eficiência energética, a Petrobras prevê a construção de uma nova central termelétrica na Reduc, com investimento estimado em R$ 860 milhões. A instalação substituirá equipamentos antigos de geração de vapor e energia elétrica.
Além disso, a empresa planeja investir até R$ 2,4 bilhões em paradas de manutenção programadas na Reduc entre 2025 e 2029. Em 2026, haverá paradas nas unidades de coqueamento retardado e de hidrotratamento.
Na área petroquímica, a Petrobras avalia a possibilidade de produzir ácido acético e monoetilenoglicol (MEG) no Complexo Boaventura. Atualmente, o Brasil importa todo o ácido acético consumido no país e parte da demanda de MEG.
A Braskem, coligada da Petrobras, também planeja investimentos na região. Está prevista a expansão da planta de polietileno da companhia, o que aumentará a capacidade produtiva em até 230 mil toneladas por ano. O projeto, orçado em aproximadamente R$ 4 bilhões, utilizará parte do gás natural processado na Rota 3 do Complexo Boaventura e ainda depende de aprovação pela governança da empresa.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
CBF exclui CazéTV da disputa pelos direitos da Copa do Brasil até 2030
2
Anthropic libera modelo Fable 5 globalmente após fim de restrições dos EUA
3
Quem é a brasileira que administra a carreira milionária do jogador norueguês Haaland
4
Justiça decide pedido de falência e OI pode deixar de existir
5
Por que vale ler a carta de maio da Adam Capital