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Raízen: BNDES entra em cena e tenta articular solução com credores
Publicado 19/03/2026 • 16:10 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 19/03/2026 • 16:10 | Atualizado há 1 hora
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Foto: divulgação/Raízen
Raízen
Em meio a uma recuperação extrajudicial (RE), a Raízen pode conseguir ajuda do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para se reerguer.
Em coletiva de imprensa, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirmou que o banco está acompanhando a Raízen e que trabalha para encontrar uma alternativa para a produtora de etanol. Nesse sentido, de acordo com o Broadcast, o BNDES não faz parte do processo de RE devido às garantias firmes que tem nas operações de crédito com a empresa.
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“O BNDES está empenhado em encontrar uma boa solução para a Raízen”, disse Mercadante. Na ocasião, ele destacou ainda que a produtora de etanol tem uma rede de aproximadamente 8 mil postos. “Nós estamos nos dedicando muito, conversando com os credores, com a Shell, com o grupo Cosan, com todos os parceiros do sistema financeiro.”
Embora a Raízen seja uma joint venture da Cosan e da Shell, o BNDES tem 2% das ações da empresa desde 2025. Na época, comprou sua participação por R$ 409 milhões. Em 2021, o banco destinou R$ 1 bilhão para que a empresa de combustíveis construísse uma nova usina de etanol.
“Nós temos todo o interesse que essa empresa se recupere, porque tem resultados muito sólidos, tem ativos muito importantes e tem um peso muito grande no setor de biocombustíveis. Nós acreditamos que essa recuperação é possível e estamos trabalhando nessa direção, mesmo não estando na recuperação extrajudicial, e ajudando a encontrar uma boa solução para a empresa.”, detalhou Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.
Ademais, Mercadante também abordou como a guerra no Irã e demais conflitos geopolíticos podem afetar a dinâmica do etanol. Na prática, a crise causada pela paralisação do Estreito de Ormuz – onde passa entre 20% e 30% de todo o petróleo do mundo – pode favorecer o etanol. Isso porque, enquanto o preço do barril de petróleo não para de aumentar, o preço do etanol segue o mesmo.
Por fim, o presidente do BNDES defendeu também os biocombustíveis. “A rota tecnológica do Brasil é o carro híbrido; energia renovável é mais descarbonizante que carro elétrico”, afirmou. A título de exemplo, de acordo com o blog da Raízen, essa categoria de combustível engloba bioetanol, biodiesel, biogás, bio-óleo, óleo vegetal, biometanol, bioéter dietílico e bio-hidrogênio.
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