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Energia

Petróleo sobe apesar de apoio de aliados dos EUA e ataques do Irã

Publicado 19/03/2026 • 17:07 | Atualizado há 2 meses

KEY POINTS

  • Brent e WTI avançam após ataques do Irã e medidas de aliados dos EUA para garantir fluxo de energia.
  • Preços chegaram a máximas de até US$ 119 por barril no dia, refletindo risco geopolítico elevado.
  • Possível uso de reservas estratégicas dos EUA ajuda a conter pressão adicional sobre os preços.

O petróleo fechou em alta nesta quinta-feira (19), com o Brent se afastando das máximas intradiárias, após chegar a US$ 119 por barril (R$ 621,18), em meio aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.

O movimento refletiu os ataques do Irã a infraestruturas energéticas na região, enquanto aliados dos EUA sinalizaram medidas para garantir a segurança no Estreito de Ormuz e dar suporte ao mercado de energia.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para maio subiu 0,09% (US$ 0,09 – R$ 0,47), fechando a US$ 95,55 o barril (R$ 498,77). Já o Brent para maio avançou 1,18% (US$ 1,27 – R$ 6,63), a US$ 108,65 o barril (R$ 567,15), na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Durante o pregão, os contratos atingiram os maiores níveis em dez dias, com o WTI chegando a US$ 100,48 (R$ 524,51) e o Brent a US$ 119,13 (R$ 621,86).

O Irã realizou ataques contra instalações energéticas no Oriente Médio, em resposta à ofensiva contra seu campo de gás em South Pars, incluindo um ataque a uma refinaria em Israel.

Países aliados dos Estados Unidos condenaram as ações e defenderam a reabertura total do Estreito de Ormuz, além de prometerem medidas para apoiar o mercado, como o aumento da produção de petróleo.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o governo pode realizar nova liberação de reservas estratégicas de petróleo para conter a alta dos preços.

Segundo a Reuters, o desconto entre os contratos futuros do WTI em relação ao Brent atingiu na quarta-feira o maior nível em 11 anos.

Para o Goldman Sachs, essa diferença refletia a possibilidade de restrições às exportações americanas, hipótese que foi negada pelo secretário de Energia, Chris Wright.

O analista Phil Flynn, do Price Futures Group, destacou que o Brent sofre maior pressão por ser referência global, diretamente ligada ao petróleo do Oriente Médio.

Isso ameaça as exportações e adiciona um prêmio de risco geopolítico ao Brent, enquanto o WTI fica mais protegido por estar ligado ao mercado interno dos EUA”, afirmou.

Mesmo com os impactos do conflito, a Arábia Saudita conseguiu elevar suas exportações de petróleo, redirecionando cargas pelo Mar Vermelho.

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