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Raízen recusa programa do diesel do governo, mas segue analisando cenário; entenda

Publicado 15/04/2026 • 10:24 | Atualizado há 2 meses

KEY POINTS

  • A Raízen, uma das principais distribuidoras de combustíveis do Brasil, ainda não aderiu ao programa de subvenção ao diesel criado pelo governo federal.
  • A iniciativa faz parte de um pacote de medidas para reduzir os impactos da alta do petróleo na economia, especialmente sobre o preço dos combustíveis.
  • Vale lembrar que, apesar de ser uma medida de auxílio, a Raízen ainda passa por problemas financeiros que envolvem seu pedido de recuperação extrajudicial junto aos seus credores.
Bomba de combustível

Foto: Freepik

A Raízen, uma das principais distribuidoras de combustíveis do Brasil, ainda não aderiu ao programa de subvenção ao diesel criado pelo governo federal. A iniciativa faz parte de um pacote de medidas para reduzir os impactos da alta do petróleo na economia, especialmente sobre o preço dos combustíveis.

Vale lembrar que, apesar de ser uma medida de auxílio, a Raízen ainda passa por problemas financeiros que envolvem seu pedido de recuperação extrajudicial junto aos seus credores.

Leia também: Alckmin defende autossuficiência em diesel e fertilizantes: “daqui 5 anos talvez não precise mais importar”

De acordo com informações do broadcast, a companhia brasileira ainda estuda as condições do programa antes de tomar uma decisão definitiva.

Adesão ainda é limitada

Entre as grandes distribuidoras que atuam em nível nacional, a adesão ao programa oferecido pelo governo segue restrita. Até agora, apenas a Vibra confirmou participação.

Em março, nenhuma das três principais companhias do setor, Raízen, Vibra e Ipiranga, havia aderido à iniciativa, e ainda havia a incerteza sobre a entrada dessas empresas em abril. A Ipiranga, por sua vez, ainda não se manifestou sobre o tema.

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Governo prevê multa para descumprimento

O governo federal tem reforçado a necessidade de cumprimento das regras do programa. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que as distribuidoras que não seguirem os preços estabelecidos poderão ser multadas em até R$ 1 milhão, dependendo da avaliação da fiscalização.

Segundo o ministro, a medida busca garantir que os parâmetros definidos sejam respeitados em toda a cadeia de distribuição, garantindo que o benefício chegue ao consumidor final.

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