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Natura tem lucro líquido consolidado de R$ 195,1 milhões no 2º trimestre e reverte prejuízo
Publicado 11/08/2025 • 21:35 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 11/08/2025 • 21:35 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Divulgação Facebook/Natura
A Natura registrou lucro líquido de R$ 195,1 milhões no segundo trimestre de 2025, revertendo o prejuízo de R$ 859 milhões apurado em igual período do ano passado.
O resultado foi impulsionado por menores despesas financeiras líquidas e melhora nas operações da América Latina, embora tenha sido parcialmente afetado por custos de integração e despesas estratégicas da holding.
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No segundo trimestre de 2024, a empresa relembra que o desempenho havia sido impactado por um write-off não recorrente e sem efeito de caixa de R$ 725 milhões, um ajuste contábil que representa a baixa de ativos cujo valor não é mais recuperável, realizado após reavaliações pontuais do portfólio.
O Ebitda recorrente somou R$ 795,6 milhões, alta de 4,5% na comparação anual, com margem de 14%, um avanço de 80 pontos-base em relação a igual período do ano passado. O desempenho refletiu ganhos de margem bruta e redução de despesas corporativas, apesar da implementação da segunda fase do projeto de integração (Onda 2) no México e dos preparativos na Argentina.
A receita líquida, por sua vez, totalizou R$ 5,69 bilhões, recuo de 1,7% em reais, mas avanço de 5,5% em moeda constante, sustentada pelo crescimento de dois dígitos da marca Natura no Brasil (+10,3%) e na Hispana (+17,8%), compensando o desempenho mais fraco da Avon no Brasil (-12,9%) e no segmento Casa & Estilo na região.
No período, a margem bruta foi de 66,4%, alta de 80 pontos-base na comparação anual, e as despesas com vendas, marketing e logística caíram 4,2%, para 41,2% da receita líquida. A dívida líquida encerrou o trimestre em R$ 4 bilhões, equivalente a 2,18 vezes o Ebitda.
A companhia ainda destacou avanços no processo de simplificação, incluindo a reclassificação da Avon International e da operação na América Central e República Dominicana como ativos mantidos para venda, e a conclusão da fusão da Natura &Co com a Natura Cosméticos em 1º de julho.
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