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Lançamento de primeiro foguete do Brasil acaba adiado; saiba por que
Publicado 17/12/2025 • 08:32 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 17/12/2025 • 08:32 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
O marco histórico do primeiro lançamento de satélites à órbita terrestre a partir do território brasileiro foi adiado. A Innospace, companhia da Coreia do Sul responsável pela missão, informou à FAB (Força Aérea Brasileira) e à AEB (Agência Espacial Brasileira) que o foguete Hanbit-Nano não decolará nesta quarta-feira (17) do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, em virtude de problemas técnicos.
O voo estava cronometrado para iniciar às 15h45. Conforme o comunicado, a operação foi reagendada para sexta-feira (19), com decolagem prevista para as 15h34.
Segundo a Innospace, a decisão visa garantir o intervalo necessário para substituir uma peça da unidade de refrigeração do sistema de alimentação de oxidante do primeiro estágio, falha detectada durante as checagens finais do lançamento.
Em resposta ao cenário, a FAB publicou uma nota no início da madrugada desta quarta-feira, na qual afirma manter a prontidão de suas equipes técnicas, sistemas e infraestruturas. A Força Aérea reiterou o compromisso de manter “todo o suporte necessário para a realização de lançamento, em coordenação com os demais órgãos envolvidos”.
A operação poderá prosseguir na sexta-feira porque, segundo a Innospace, a manutenção necessária é passível de realização com o veículo mantido na plataforma de lançamento. A empresa enfatiza que a anomalia “não indica qualquer defeito estrutural no veículo de lançamento”, tratando-se apenas da substituição de um componente específico da unidade de refrigeração.
Leia mais: Primeiro lançamento comercial de foguete no Brasil põe o país no mapa aeroespacial global
A missão, denominada Operação Spaceward, conta com cerca de 400 profissionais, entre brasileiros – militares e civis – e sul-coreanos. De acordo com a FAB, a ação significa um avanço inédito e estratégico para o Programa Espacial Brasileiro.
“É um marco que demonstra nossa maturidade técnica e insere o Brasil no mercado global de lançamentos comerciais. Alcântara se firma como um polo estratégico espacial, atraindo investimentos, empresas e inovação. É um passo significativo para o futuro do Brasil no espaço”, disse o chefe da Divisão de Operações do CLA, Major Engenheiro Robson Coelho de Oliveira.
O veículo espacial – que tem 21,8 metros de comprimento, 1,4 metros de diâmetro e 20 toneladas – levará satélites para a órbita baixa da Terra (LEO), a uma altitude de aproximadamente 300 km e inclinação de 40 graus.
Um total de oito cargas úteis estão dentro da coifa na parte superior do veículo de lançamento: cinco pequenos satélites para colocação em órbita e três dispositivos experimentais. A propulsão do equipamento é híbrida, com combustível sólido e líquido.
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