Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
FIFA investe bilhões para garantir consistência técnica na Copa do Mundo de 2026
Por Nathalia Gimenes
SpaceX pode tornar a empresa mais valiosa do mundo? Confira as chances
Waymo faz recall de cerca de 3.900 robotáxis depois de alguns terem invadido zonas de obras em rodovias
Funcionários da Amazon são alvo de investigação após críticas à expansão de data centers de IA
Chefe da OPEP rejeita previsão da AIE sobre excesso de oferta enquanto “crítico” Estreito de Ormuz é reaberto
Preços do petróleo caem após Vance afirmar que mais de 12 milhões de barris saíram do Estreito de Ormuz
Publicado 19/06/2026 • 07:00 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Foto: Unsplash
Mercado aposta na Intel e ações sobem; veja os motivos
O mercado financeiro reagiu às informações envolvendo a Intel e, além disso, à possibilidade de uma parceria com a Apple para a produção de chips avançados nos Estados Unidos.
O movimento ganhou força após declarações atribuídas a Donald Trump, que, por sua vez, indicam que a Apple poderia produzir processadores em colaboração com a Intel em território norte-americano. Além disso, a sinalização reforça as expectativas do mercado em torno do setor de semicondutores.
Com isso, investidores passaram a reagir às expectativas em torno da companhia, o que impulsionou as ações da Intel.
Leia também: Intel inicia produção do seu chip mais avançado e aproxima-se de um possível acordo com a Apple
A movimentação no mercado ocorreu de forma imediata, refletindo a sensibilidade dos investidores a notícias relacionadas ao setor de tecnologia e semicondutores.
Mesmo sem a confirmação de um acordo formal entre Apple e Intel, a possibilidade de cooperação entre as duas empresas já influenciou o desempenho das ações da fabricante de chips. Nesse sentido, o movimento ocorreu ao longo do pregão.
A discussão envolve a produção de processadores da Apple em parceria com a Intel nos Estados Unidos, o que reforça a atenção do mercado para iniciativas ligadas à fabricação doméstica de semicondutores.
O tema ganhou ainda mais visibilidade após declarações associadas a Donald Trump, que mencionam a possibilidade de colaboração entre as companhias.
No caso da Intel, o cenário ocorre em paralelo ao avanço da empresa na produção de seus chips mais modernos, conforme apontam as informações divulgadas.
A companhia vem ampliando sua atuação no setor de semicondutores e aparece novamente no centro das atenções do mercado financeiro diante da possibilidade de novos contratos relevantes.
Leia também: Trump diz que a Apple produzirá processadores em parceria com a Intel nos EUA
Já a Apple surge como peça central na discussão por sua posição estratégica na cadeia global de tecnologia.
Nesse cenário, a possível parceria com a Intel é tratada como parte de um movimento ligado à produção de chips nos Estados Unidos. Além disso, o tema vem ganhando espaço nas discussões do setor.
Com isso, a combinação entre especulação de mercado, declarações políticas e o peso das duas gigantes da tecnologia ajudou a impulsionar a valorização das ações da Intel.
Dessa forma o movimento reforça como notícias relacionadas à cadeia de semicondutores seguem tendo impacto direto no humor dos investidores.
No curto prazo, o mercado segue atento a novos desdobramentos e à confirmação de detalhes sobre uma eventual cooperação entre Apple e Intel.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
DENÚNCIA: Forbes Brasil tem fundo do Banco Master como sócio oculto
2
Quanto GTA VI vai custar no Brasil? Pré-venda do novo jogo começa na próxima semana
3
JD Vance, vice-presidente dos EUA, defende acordo com o Irã
4
PARCERIA INÉDITA – ELEIÇÕES 2026: Times | CNBC fecha acordo com American Analytics, empresa internacional; confira os resultados
5
Quem é Eugene Kaspersky, o polêmico russo por trás do antivírus que opera no Brasil sob suspeita de espionagem nos EUA