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CEO da United descarta fusões de companhias aéreas após rejeição da American Airlines: ‘Não há nada’
Publicado 08/06/2026 • 11:17 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 08/06/2026 • 11:17 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O CEO da United Airlines, Scott Kirby, afirmou que não espera mais consolidações de companhias aéreas nos EUA e que não está interessado em buscar uma fusão para sua empresa, após a American Airlines rejeitar a ideia de uma combinação no início deste ano.
“A United não vai fazer um acordo apenas por fazer”, disse Kirby a jornalistas no domingo, nos bastidores da reunião anual da Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA).
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Quando questionado sobre a onda de consolidação que uniu a Allegiant e a Sun Country este ano, e a Alaska Airlines e a Hawaiian Airlines em 2024, Kirby disse que novas oportunidades de fusão parecem improváveis:
— Não há nada — afirmou.
— É muito mais difícil — disse ele. — Eu fui… um dos principais arquitetos da consolidação nos Estados Unidos. Estive envolvido em muitos desses acordos. É difícil, e você não deve fazer negócios que não façam sentido econômico.
Kirby já rejeitou repetidamente a ideia de comprar sua nova parceira, a JetBlue Airways. No entanto, no início deste ano, ele discutiu a possibilidade de uma fusão com a American — onde trabalhou no passado —, sugerindo a ideia ao governo Trump, conforme a CNBC informou anteriormente.
Mais tarde, Kirby declarou em um comunicado que esperava que uma companhia aérea combinada pudesse competir com grandes rivais estrangeiras, embora alguns analistas tenham afirmado que a união enfrentaria barreiras regulatórias intransponíveis.
Uma fusão “exige o apoio de todos”, disse Kirby aos jornalistas na conferência da IATA. “Precisaríamos dos sindicatos, dos clientes, dos acionistas, dos reguladores e da equipe de gestão.”
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Ele acrescentou, contudo, em relação à equipe de gestão da American: “Claramente não temos isso, então não podemos avançar sem eles.”
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Seguir no GoogleDa mesma forma, o presidente da Delta Air Lines, Peter Carter, disse à CNBC no sábado que não vê uma fusão ou aquisição no futuro da Delta. Ele afirmou que a estratégia de longa data da transportadora tem sido parcerias e joint ventures, que incluem acordos na Coreia do Sul, México e Europa.
Como o mercado doméstico de viagens aéreas dos EUA já está muito maduro, o futuro está nas viagens internacionais, disse Carter. Ele acrescentou que deseja concorrer com a United — a segunda companhia aérea mais lucrativa dos EUA — no lucrativo mercado transpacífico.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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