Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Volkswagen decide vender operações em Xinjiang após acusações de trabalho forçado
Publicado 27/11/2024 • 07:47 | Atualizado há 2 anos
Principais banqueiros da Europa alertam que a IA está avançando mais rápido do que a regulamentação
Ações da Kuaishou disparam após a Tencent participar de uma rodada de financiamento de US$ 2,8 bilhões para a subsidiária Kling AI
American Express e Chase levam disputa por clientes de alta renda para além dos aeroportos
Compras de ações da SpaceX por membros do Congresso dos EUA vêm à tona após IPO recorde
Trump Accounts podem ajudar a construir riqueza no longo prazo, aponta estudo exclusivo
Publicado 27/11/2024 • 07:47 | Atualizado há 2 anos
KEY POINTS
Logo da Volkswagen
Pixabay
A Volkswagen anunciou que venderá suas operações na região de Xinjiang, na China, onde o governo chinês enfrenta acusações de violar direitos humanos, incluindo trabalho forçado. A empresa alemã planeja transferir sua fábrica na capital Urumqi e uma pista de testes em Turpan para uma companhia chinesa, conforme comunicado por um porta-voz.
Há anos, ativistas de direitos humanos acusam Pequim de reprimir uigures e outras minorias muçulmanas em Xinjiang, utilizando trabalho forçado e campos de detenção. A região, no noroeste da China, abriga diversas fábricas que fornecem para multinacionais, incluindo marcas ocidentais conhecidas.
A Volkswagen enfrentou críticas por sua fábrica em Urumqi, inaugurada em dois mil e treze em parceria com a SAIC. Em dois mil e vinte e quatro, o jornal financeiro alemão Handelsblatt relatou suspeitas de trabalho forçado na construção da pista de testes em Turpan, em dois mil e dezenove.
A Volkswagen afirmou não ter encontrado evidências de violações de direitos humanos, mas prometeu investigar novas informações.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCAs operações serão vendidas para a empresa chinesa Shanghai Motor Vehicle Inspection Center (SMVIC). As acusações de trabalho forçado em Xinjiang incluem detenção de mais de 1 milhão de uigures e outras minorias muçulmanas em instalações de detenção. Relatos de abusos, como tortura e trabalho forçado, foram detalhados em um relatório da ONU de dois mil e vinte e dois.
Apesar disso, o relatório não classificou as ações de Pequim como genocídio, ao contrário dos Estados Unidos e alguns legisladores ocidentais. A pressão para que a Volkswagen reconsiderasse suas atividades em Xinjiang aumentou após a BASF, gigante química alemã, anunciar sua saída de joint ventures na região.
Uma auditoria externa encomendada pela Volkswagen no ano passado não encontrou evidências de trabalho forçado entre os 197 funcionários da planta. Contudo, a consultoria responsável pelo relatório reconheceu “os desafios na coleta de dados” para auditorias na China. A pista de testes em Turpan não foi incluída na auditoria.
Em resposta ao relatório da Volkswagen, a China pediu que as empresas não fossem “cegadas por mentiras” sobre seu histórico de direitos em Xinjiang. Pequim nega as acusações de abuso e afirma que suas ações na região visam a combater o extremismo e promover o desenvolvimento.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
CBF exclui CazéTV da disputa pelos direitos da Copa do Brasil até 2030
2
Fifa é alvo de ação de US$ 1 bilhão após eliminação do Irã na Copa de 2026
3
De Digimais a Ambipar, nova gestora de ex-Reag reúne fundos sob suspeita
4
Ancelotti diz que Neymar está insatisfeito com pouco espaço na Copa, mas elogia postura
5
Haaland viraliza ao convidar Vini Jr. para recriar meme de ‘As Branquelas’; comentário supera 2 milhões de curtidas