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Walmart bate recorde na Bolsa e impulsiona fortuna de Rob Walton; entenda o que está por trás
Publicado 13/02/2026 • 18:51 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 13/02/2026 • 18:51 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
Foto: Reuters
Walmart bate recorde na Bolsa e impulsiona fortuna de Rob Walton
Na última quinta-feira (12), as ações do Walmart atingiram um novo recorde na Bolsa, em Nova York, ao subir 3,3% e alcançar US$ 133,87 durante o pregão.
A valorização elevou o valor de mercado da companhia para cerca de US$ 1,05 trilhão e colocou o empresário Rob Walton entre as dez pessoas mais ricas do mundo.
O avanço ocorre em meio ao otimismo do mercado antes da divulgação do balanço trimestral da varejista, prevista para a próxima semana.
No início de fevereiro, o Walmart ultrapassou pela primeira vez a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado, após uma sequência de altas impulsionadas pelo avanço dos negócios digitais e pela conquista de novos clientes.
As ações fecharam a US$ 127,71, consolidando a companhia em um grupo restrito de empresas trilionárias, formado majoritariamente por gigantes de tecnologia.
Nos últimos 12 meses, os papéis acumulam valorização superior a 28% e avançam mais de 14% em 2026, desempenho que supera com folga os ganhos registrados pelo índice S&P 500 nos mesmos períodos, segundo publicado pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
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Com a alta acumulada superior a 12% apenas em fevereiro, o Walmart consolidou sua posição como a primeira varejista tradicional a superar a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado. O desempenho coloca a empresa entre as maiores corporações listadas na Bolsa, atrás de conglomerados como a Berkshire Hathaway e a Tesla, segundo a Forbes.
Parte da recente valorização foi estimulada por mudanças na política comercial dos Estados Unidos, o anúncio do presidente Donald Trump sobre a redução de tarifas recíprocas aplicadas à Índia. Essa ação beneficiou a companhia, que vem deslocando parte de sua produção para o país asiático nos últimos anos como estratégia para mitigar custos associados às tarifas sobre produtos chineses.
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Analistas de mercado reforçaram nos últimos dias suas projeções para o papel da companhia. Instituições financeiras elevaram o preço-alvo das ações para US$ 140, citando a força operacional da empresa e o domínio no varejo físico e digital.
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Siga o Times | CNBCO Walmart divulgará seus resultados do quarto trimestre em 19 de fevereiro, e conforme a FactSet, a expectativa de Wall Street é de que a empresa registre receita anual próxima de US$ 712 bilhões e lucro por ação de US$ 2,64, o que representaria crescimento em relação ao ano anterior.
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O mercado aposta em mais um ciclo de expansão sustentado pelas vendas online e pela diversificação das fontes de receita.

Nos últimos anos, a varejista ampliou seu marketplace de terceiros e fortaleceu a operação digital, no trimestre mais recente, as vendas globais no comércio eletrônico cresceram 27% em comparação com o período homólogo, com avanço de 28% apenas nos EUA. O braço global de publicidade apresentou expansão ainda mais expressiva, de 53%.
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A companhia também intensificou investimentos em inteligência artificial, em 2025, anunciou parceria com a OpenAI para permitir que clientes do Walmart e do Sam’s Club realizem reposição de compras por meio do ChatGPT, integrando tecnologia ao cotidiano do consumidor.
O salto nas ações teve reflexo direto no patrimônio dos herdeiros do fundador Sam Walton. Rob Walton, ex-presidente da companhia, viu sua fortuna subir para US$ 150,1 bilhões, segundo estimativas da Forbes, assumindo a nona posição entre os mais ricos do mundo.
Seus irmãos também figuram entre os primeiros colocados, Jim Walton aparece logo atrás, enquanto Alice Walton mantém o posto de mulher mais rica do planeta. Juntos, membros da família controlam cerca de 45% das ações da empresa.
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Com o balanço prestes a ser divulgado, o mercado agora observa se os números confirmarão o ritmo que levou o Walmart a um patamar histórico na Bolsa.
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