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Bad Bunny enfrenta ação milionária por uso não autorizado de voz em gravações
Publicado 11/01/2026 • 07:15 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 11/01/2026 • 07:15 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Divulgação.
O cantor porto-riquenho Bad Bunny passou a responder a um novo processo judicial em Porto Rico, no qual é acusado de utilizar, sem autorização, a voz de uma mulher em duas de suas músicas. A ação pede uma indenização de US$ 16 milhões e também inclui como réus o produtor do artista e a gravadora. O processo foi protocolado na última segunda-feira (5).
Na ação, Tainaly Y. Serrano Rivera afirma que sua voz aparece de forma identificável nas faixas “Solo de Mi”, do álbum X 100pre (2018), e “EoO”, do disco Debí Tirar Más Fotos, lançado em 2025. Segundo ela, em ambas as músicas é possível ouvir sua interpretação do verso “Mira, puñeta, no me quiten el perreo”.
De acordo com o documento judicial, a gravação teria sido feita a pedido do produtor Roberto Rosado, colaborador recorrente de Bad Bunny. Serrano sustenta que não foi informada sobre o uso comercial do áudio, tampouco autorizou sua inclusão nas canções, alegando que não houve contrato, licença ou consentimento formal para a utilização de sua voz.
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A ação também destaca que a frase atribuída à autora ultrapassou o contexto musical e se transformou em um bordão associado à imagem pública do artista, sendo usada inclusive na venda de camisetas e outros produtos licenciados, conforme apontado pela revista Rolling Stone.
Com base nesses argumentos, Serrano move a ação contra Bad Bunny, Roberto Rosado e a gravadora Rimas Entertainment, alegando violação de direitos relacionados à privacidade e ao uso indevido de sua voz. Até o momento, o cantor e seus representantes não se manifestaram oficialmente sobre o caso.
O novo processo remete a uma disputa anterior envolvendo o artista. Em 2023, a ex-companheira de Bad Bunny, Carliz De La Cruz Hernández, entrou com uma ação semelhante, também acusando o uso não autorizado de sua voz em músicas do cantor. Esse processo ainda aguarda decisão judicial.
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