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Copinha: veja os craques revelados que renderam cifras milionárias aos finalistas
Publicado 25/01/2026 • 10:30 | Atualizado há 3 semanas
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Publicado 25/01/2026 • 10:30 | Atualizado há 3 semanas
KEY POINTS
Foto: Divulgação São Paulo Futebol Clube
São Paulo FC perfilado antes da semifinal da Copinha em 2026
A Copinha consolidou-se ao longo das décadas como o principal palco de revelação do futebol brasileiro. Os clubes finalistas, São Paulo e Cruzeiro, são exemplos recorrentes de como o torneio funciona como vitrine técnica e econômica.
Além de títulos, ambos formaram jogadores que marcaram época e geraram receitas relevantes em transferências para o exterior.
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O São Paulo construiu parte de sua história recente a partir da Copinha, revelando atletas que se tornaram referências técnicas e financeiras.
Rogério Ceni foi campeão em 1993, aos 20 anos, em uma final histórica contra o Corinthians. Anos depois, assumiu o gol do clube, tornou-se ídolo e encerrou a carreira no Tricolor em 2015.
Na edição de 1995, o São Paulo revelou Denílson e Dodô. Denílson foi vendido ao Betis por US$ 32 milhões, a maior venda do futebol brasileiro até então. Dodô seguiu para o Santos em 1999 por US$ 5,5 milhões, em negociação que incluiu outros atletas.
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O título de 2010 revelou uma geração com impacto esportivo e financeiro. Lucas Moura foi vendido ao PSG por 43 milhões de euros. Casemiro seguiu para o Real Madrid por 7 milhões de euros. Rodrigo Caio construiu carreira sólida no São Paulo e no Flamengo.
Em 2019, a Copinha apresentou Antony, autor de gol na final contra o Vasco. O São Paulo negociou o jogador com o Ajax e, posteriormente, lucrou com a venda ao Manchester United, somando 36,5 milhões de euros, já considerando a fatia mantida pelo clube.
O Cruzeiro também colheu frutos diretos da Copinha. Em 2007, o título veio com protagonismo do goleiro Rafael, herói na final contra o São Paulo, ao defender pênalti decisivo. O atleta construiu carreira consistente no futebol brasileiro e europeu.
Embora não estejam os finalistas, outros clubes ilustram o impacto da Copinha como formadora de craques e geradora de receitas.
Neymar disputou a competição pelo Santos em 2008 e 2009, antes de explodir no profissional. Foi vendido ao Barcelona por 57,1 milhões de euros.
O Flamengo apresentou ao país Vinícius Júnior na Copinha de 2017. Pouco depois, o Real Madrid pagou 45 milhões de euros pelo jogador.
Mais recentemente, o Palmeiras reforçou a dimensão econômica da Copinha. Endrick foi destaque em 2022 e vendido ao Real Madrid por até 72 milhões de euros. Em 2023, Estêvão participou da campanha campeã e acertou transferência para o Chelsea por 61,5 milhões de euros.
A história dos finalistas São Paulo e Cruzeiro mostra que a Copinha segue funcionando como um dos principais ativos do futebol brasileiro. Revelar talentos, formar ídolos e gerar receitas tornou-se parte estruturante do modelo de negócios dos clubes.
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