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Negócios em Jogo: Copa do Mundo deve movimentar R$ 55 bilhões e ampliar negócios ligados ao futebol, diz Cacá Bueno
Publicado 02/06/2026 • 13:33 | Atualizado há 25 minutos
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Publicado 02/06/2026 • 13:33 | Atualizado há 25 minutos
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A Copa do Mundo de 2026 deve marcar um novo patamar de receitas para a indústria do futebol, afirmou Cacá Bueno, piloto, empresário e notável do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Segundo ele, o torneio nos Estados Unidos, Canadá e México deve movimentar cerca de US$ 11 bilhões (R$ 55,33 bilhões), reforçando a força econômica do principal evento esportivo do planeta.
De acordo com Cacá, a maior parte desse crescimento está ligada ao aumento da arrecadação com ingressos, direitos de transmissão e contratos de patrocínio. “A FIFA anunciou que vai arrecadar praticamente US$ 11 bilhões com a Copa do Mundo”, destacou durante sua participação no quadro “Negócios em Jogo” desta terça-feira (2).
Segundo ele, a receita com venda de ingressos deve saltar de aproximadamente US$ 1 bilhão (R$ 5,03 bilhões) na Copa do Catar para cerca de US$ 3 bilhões (R$ 15,09 bilhões) em 2026. Já os direitos de transmissão avançaram de US$ 3,4 bilhões (R$ 17,10 bilhões) para US$ 4,3 bilhões (R$ 21,63 bilhões), enquanto os patrocínios passaram de US$ 1,8 bilhão (R$ 9,05 bilhões) para US$ 2,8 bilhões (R$ 14,08 bilhões).
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Na avaliação de Cacá Bueno, a ampliação do número de seleções participantes teve papel decisivo na expansão das receitas do torneio.
Segundo ele, mais países envolvidos significam mais emissoras interessadas nos direitos de transmissão, mais patrocinadores buscando exposição global e uma base maior de torcedores acompanhando a competição. “A Copa do Mundo ficou ainda mais global, ainda mais impactante”, afirmou.
O empresário destacou que o novo formato amplia o interesse comercial em mercados que tradicionalmente não participavam da competição, aumentando o alcance da marca Copa do Mundo e impulsionando receitas ligadas ao turismo, publicidade e consumo.
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Para Cacá, a realização da Copa nos Estados Unidos cria um ambiente especialmente favorável para ações promocionais de empresas brasileiras.
Segundo ele, a grande comunidade de brasileiros instalada em cidades como Miami, Orlando, Nova York e Nova Jersey deve atrair marcas interessadas em realizar eventos, festas, transmissões especiais e experiências ligadas ao torneio. “Tem muitas empresas fazendo ativações in loco, aproveitando os Estados Unidos”, afirmou.
O empresário observou que a inclusão de uma fase adicional na competição também amplia o período disponível para ações comerciais e programas de relacionamento com consumidores.
Ao analisar o mercado brasileiro, Cacá avaliou que o país já consegue explorar boa parte do potencial econômico do futebol.
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Segundo ele, clubes como Flamengo e Palmeiras atingiram níveis de receita comparáveis aos de diversas equipes europeias, impulsionados por contratos de mídia, patrocínios e novos modelos de negócio. “O Brasil talvez seja um dos países que mais vive o futebol e que consegue explorar isso economicamente”, afirmou.
Na avaliação do empresário, a evolução das plataformas digitais, dos serviços de streaming e das redes sociais também contribuiu para ampliar o valor comercial do esporte.
Entre as tendências de crescimento, Cacá destacou a expansão do mercado de naming rights, prática que consiste na venda dos direitos de nomeação de arenas e estádios. Segundo ele, o modelo já é consolidado em mercados internacionais e vem ganhando espaço no futebol brasileiro.
O empresário citou como exemplo o caso do estádio do Palmeiras, cujo contrato de naming rights passou de cerca de R$ 15 milhões anuais para aproximadamente R$ 50 milhões por ano, em um acordo de longo prazo. “Está começando a aprender no naming rights. A gente está vendo muitas coisas acontecendo”, afirmou.
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Ele também mencionou acordos firmados por clubes como São Paulo, Corinthians e Santos, além do contrato do Mercado Livre Arena Pacaembu, como exemplos da valorização crescente desse segmento.
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Seguir no GooglePara Cacá Bueno, o futuro da indústria do futebol passa por uma integração cada vez maior com o entretenimento digital.
Segundo ele, as redes sociais aproximaram torcedores e atletas, permitindo que jogadores se transformassem em influenciadores e criassem novas formas de conexão com o público. “O futebol caminha um pouco mais para o lado do entretenimento também”, afirmou.
Na visão do empresário, esse movimento amplia o alcance do esporte para públicos que antes tinham menor envolvimento com o futebol, incluindo mulheres, crianças e consumidores interessados não apenas nos jogos, mas também no conteúdo produzido ao redor dos atletas.
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Cacá acredita que o desempenho da seleção brasileira também poderá influenciar diretamente o volume de negócios gerados durante o torneio.
Segundo ele, uma campanha vitoriosa tende a prolongar o interesse do público, fortalecer patrocínios e ampliar o retorno das ativações comerciais realizadas pelas marcas.
“Se a gente voltar com o hexa, obviamente vai ser um ano grandíssimo para o futebol”, afirmou.
Para o empresário, a Copa de 2026 reforça uma tendência que já vem sendo observada há anos: o futebol deixou de ser apenas uma competição esportiva para se consolidar como uma plataforma global de mídia, entretenimento, consumo e geração de negócios.
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