Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
“Faltou prontidão”: os acertos e erros das marcas após a eliminação do Brasil na Copa de 2026
Publicado 20/07/2026 • 23:30 | Atualizado há 3 semanas
Denise Dresser, diretora de receita da OpenAI, deixa a empresa na segunda grande baixa de executivos em poucos dias
PPI dos EUA fica estável em julho e reforça sinais de alívio na inflação
Goldman Sachs: reservas japonesas de US$ 1 trilhão deixam “muita capacidade” para novas intervenções no mercado de ienes
Apostas contra a SpaceX perdem força após ações se recuperarem em mais de 30%
Ucrânia ataca terminais russos de exportação de grãos no Mar Negro e acende alerta para mercados de alimentos
Publicado 20/07/2026 • 23:30 | Atualizado há 3 semanas
KEY POINTS
A Copa do Mundo de 2026 mostrou que o sucesso das marcas vai muito além da exposição nos estádios. Para Ivan Martinho, professor de Marketing Esportivo da ESPM, as empresas que mais se destacaram foram aquelas que conseguiram transformar patrocínio em conversa, utilizando as redes sociais e conteúdos em tempo real para ampliar a conexão com os torcedores.
“Quando se fala em patrocinar eventos, é natural pensar nas marcas que aparecem nas placas ou nos uniformes. Mas as que ganharam o jogo foram aquelas que entenderam todas as possibilidades de ativação de marca.”
A Copa de 2026 consolidou as redes sociais como principal ambiente de interação entre marcas e consumidores durante um grande evento esportivo.
“Cada vez mais falamos em gerar conversas, o chamado ‘talkability’. As marcas que melhor trabalharam conteúdo em tempo real foram as que mais se destacaram.”
Leia também: Bola dos 100 gols de Haaland na Premier League vai a leilão com lances que ultrapassam R$ 27 mil
Uma das principais falhas observadas no Brasil ocorreu após a eliminação da Seleção Brasileira. Muitas empresas interromperam suas ações justamente no momento em que o público demonstrava maior envolvimento emocional.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBC“Faltou prontidão. Muitas marcas silenciaram quando o Brasil perdeu. Ganhar ou perder faz parte da Copa do Mundo e elas deveriam ter um plano também para esse cenário.”
O professor ainda destacou a importânica da aproximação entre esporte e entretenimento, inspirada no modelo das ligas americanas.
“A FIFA trouxe para o futebol uma mistura entre esporte e entretenimento que os americanos fazem muito bem. Esse formato aproxima o produto das novas gerações e aumenta seu potencial comercial. As novas gerações gostam desse formato.”
Leia também: Nova York fatura bilhões com sucesso econômico da Copa do Mundo
Martinho também avaliou que, apesar do sucesso da competição, a Copa não conseguiu mobilizar todo o território americano como ocorre em outros países-sede.
“Não foi um sucesso absoluto como o Super Bowl, mas a Copa elevou o futebol a um novo patamar de interesse nos Estados Unidos.”
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Lotofácil 3760: veja os números sorteados no concurso; prêmio é de R$ 8 milhões
2
Banco Central multa Banco Genial em R$ 21,6 milhões e inabilita CEO por 4 anos
3
Master Capixaba: falha de governança expõe brecha usada por Apex Partners e GJP para mudar estatuto e evitar Oferta Pública de Aquisição de Ações na CVC
4
Quem é o dono da Apex Partners envolvida no caso ‘Master Capixaba’
5
EXCLUSIVO: Claro lança nuvem empresarial com a Oracle para disputar mercado de IA e mira espaço ocupado por gigantes do cloud