Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
EXCLUSIVO CNBC: Professor da Wharton explica por que algumas marcas venceram a Copa além do futebol
Publicado 20/07/2026 • 22:15 | Atualizado há 9 horas
Ações da Alphabet sobem após relatório sobre novo chip de IA para modelos Gemini
Justiça da Califórnia suspende por 14 dias fusão entre Paramount e Warner Bros.
AMD lança o Helios, seu primeiro sistema de IA em rack para rivalizar com a Nvidia
EUA anunciam tarifas adicionais de 50% sobre produtos canadenses
Bezos apoia CuspAI enquanto startup se une à Nvidia para buscar novos materiais para fabricação de chips
Publicado 20/07/2026 • 22:15 | Atualizado há 9 horas
KEY POINTS
A Copa do Mundo de 2026 terminou com o título da Espanha dentro de campo, mas, fora dele, o torneio também redefiniu quais marcas conseguiram transformar visibilidade em relevância cultural.
Em entrevista exclusiva à CNBC, Americus Reed, professor de Marketing da Wharton School, afirmou que as empresas mais bem-sucedidas foram aquelas que conseguiram fazer parte da experiência vivida pelos torcedores, e não apenas investir em publicidade.
Para Reed, o conceito de vitória para uma marca durante um evento do porte da Copa vai muito além da exposição.
“Vencer é ser dono do momento cultural. É conseguir a permissão de identidade dos fãs, fazer parte da narrativa e da experiência compartilhada por quem viveu esse torneio.”
leia também: Bola dos 100 gols de Haaland na Premier League vai a leilão com lances que ultrapassam R$ 27 mil
Algumas empresas que sequer eram patrocinadoras oficiais conseguiram se destacar justamente por serem reconhecidas pelos visitantes como símbolos da cultura americana.
“Havia marcas que estavam completamente fora do radar tradicional da Copa, mas elas aproveitaram o fato de que as pessoas que chegavam aos Estados Unidos as identificavam como símbolos culturais autênticos.”
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCNa avaliação de Reed, muitas empresas ainda enxergam grandes eventos esportivos apenas como oportunidades para ampliar investimentos em mídia, estratégia que, sozinha, já não garante conexão com o consumidor.
“Se você pensa apenas em comprar publicidade e gastar dinheiro para ganhar visibilidade, está perdendo o ponto. O objetivo é fazer parte da relevância cultural daquele momento.”
leia também: Nova York fatura bilhões com sucesso econômico da Copa do Mundo
Entre os exemplos citados pelo professor está a própria FIFA. Embora tenha concentrado a atenção global durante o torneio, a entidade também enfrentou debates relacionados à sua reputação institucional.
“A FIFA tinha toda a atenção do mundo, mas também conviveu com controvérsias institucionais que geraram muito debate entre o público.”
Reed também avaliou o desempenho da Nike, que, em sua visão, desperdiçou uma oportunidade comercial relevante ao não conseguir atender à demanda por camisas das seleções durante o Mundial.
“A Nike teve uma oportunidade única de vestir os torcedores com as camisas de suas seleções favoritas, mas ficou sem estoque durante a Copa e não conseguiu gerenciar a reposição adequadamente.”.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Infinity Vision: conheça a tecnologia de cinema por trás do próximo “Vingadores” que pode rivalizar com o IMAX usado em “A Odisseia”
2
Tarifaço: Trump publica lista com empresas e associações que apoiaram o tarifaço ao Brasil; veja
3
Quina 7070: veja o horário do jogo de hoje (20) e como apostar nos R$ 10,5 milhões
4
Como a MLB quer transformar o Brasil em seu próximo grande mercado de beisebol
5
Tarifaço: setor plástico alerta para impactos em pelo menos sete grandes cadeias produtivas; pequenas exportadoras também serão afetadas