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Ídolo do Palmeiras e campeão mundial de basquete, Mosquito morre aos 87 anos
Publicado 13/08/2026 • 18:42 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 13/08/2026 • 18:42 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O basquete brasileiro perdeu nesta quinta-feira (13) Carlos Massoni, o Mosquito, campeão mundial com a seleção em 1963. O ex-armador morreu aos 87 anos, menos de quatro meses após a morte de Oscar Schmidt.
Além do título mundial conquistado no Rio de Janeiro, Mosquito também foi medalhista olímpico pelo Brasil. Ele conquistou o bronze nos Jogos de Roma, em 1960, e novamente em Tóquio, em 1964.
A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) confirmou a morte e lamentou a perda do ex-jogador.
“A Confederação Brasileira de Basketball lamenta a perda irreparável de um herói do basquete brasileiro, desejando seus pêsames e abraçando neste momento de dor todos os amigos e familiares de Mosquito. Sua história e seu legado são eternos, ecoando por gerações de futuros basqueteiros”, afirmou a entidade.
Nascido em São Paulo, Mosquito começou a carreira na Associação Atlética São Paulo e se profissionalizou no Palmeiras, onde ganhou destaque no basquete nacional.
Pela seleção brasileira, o armador conquistou três medalhas em Mundiais. Além do ouro em 1963, ganhou bronze em 1967 e prata em 1970.
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Siga o Times | CNBCNos Jogos Pan-Americanos, Mosquito também subiu ao pódio em três oportunidades: foi campeão em Cali, em 1971, conquistou a prata em São Paulo, em 1963, e o bronze em Chicago, em 1959.
Depois da passagem pelo Palmeiras, o jogador atuou durante dez temporadas pelo Sírio, uma das principais equipes do basquete brasileiro na época. Ele encerrou a carreira após passagens por Portuguesa e São Caetano.
Formado em educação física, Mosquito também trabalhou como técnico e professor após deixar as quadras.
A CBB destacou ainda as características que marcaram sua trajetória como jogador.
“Foi um dos mais raçudos da sua geração, com uma entrega coletiva impressionante. Era especialista na armação de jogo e nas infiltrações para a bandeja”, afirmou a entidade.
Em 2023, Mosquito participou, ao lado de outros integrantes da geração campeã, de uma celebração organizada pela CBB pelos 60 anos do bicampeonato mundial de 1963, realizado no Rio de Janeiro. O ex-jogador esteve no evento acompanhado da família.
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