Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Superávit do comércio exterior brasileiro cai 25,9% em 2025 com déficit de US$ 1,7 bi nos EUA
Publicado 06/08/2025 • 12:42 | Atualizado há 1 ano
Samsung investirá R$ 5,2 bilhões em empresa de infraestrutura de IA
Anthropic lança modelo de IA Claude Sonnet 5.5, o segundo desde o apelo do CEO por desaceleração
Dow Jones cai mais de 300 pontos com alta dos rendimentos dos Treasuries
AMD adquire a World Labs em negócio avaliado em US$ 8,2 bilhões
Elon Musk e SpaceXAI são intimados pela cidade de Nova York em investigação sobre segurança de IA
Publicado 06/08/2025 • 12:42 | Atualizado há 1 ano
O comércio exterior brasileiro registra recuo significativo em seu superávit neste ano, com resultado 25,9% inferior ao mesmo período de 2024. Entre janeiro e julho, o país atingiu saldo positivo de US$ 34,9 bilhões, resultado da diferença entre US$ 192,1 bilhões exportados e US$ 157,2 bilhões em importações, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).
Nas relações com os Estados Unidos, o Brasil mantém déficit acumulado de US$ 1,7 bilhão em 2025, após exportar US$ 20 bilhões e importar US$ 21,7 bilhões. As trocas comerciais permanecem desfavoráveis ao Brasil há 16 anos, sendo o último superávit registrado em 2008. Desde então, o déficit bilateral já soma US$ 88,8 bilhões, com vendas de US$ 438,7 bilhões e compras de US$ 527,5 bilhões.
Mesmo com o anúncio de novas tarifas estadunidenses, iniciado em 1º de agosto, cerca de 44,6% das exportações brasileiras para os EUA, o equivalente a US$ 18 bilhões em 2024, não receberam a sobretaxa de 50%. “A ordem executiva assinada pela Casa Branca traz uma lista com cerca de 700 produtos que ficaram de fora da medida, entre eles aviões, celulose, suco de laranja, petróleo e minério de ferro”, informou o Mdic.
Levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) aponta que a nova tarifa incidirá sobre 35,9% das exportações para os EUA, percentual que correspondeu a US$ 14,5 bilhões em 2024. Os demais 19,5% (US$ 7,9 bilhões) seguem sujeitos a tarifas específicas aplicadas globalmente. “A maior parte das exportações brasileiras [64,1%] segue concorrendo com produtos de outras origens no mercado americano em condições semelhantes”, explicou o Mdic.

A China continua sendo o principal destino das vendas brasileiras. Entre janeiro e julho, as exportações para o mercado chinês somaram US$ 47,7 bilhões e as importações, US$ 35,7 bilhões, resultando em superávit de US$ 12 bilhões. No comércio com a Argentina, o saldo também é positivo: US$ 2,9 bilhões, após US$ 9,1 bilhões exportados e US$ 6,2 bilhões importados.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBC__
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Lotofácil: concurso 3.791 tem prêmio de R$ 2 milhões; confira o resultado
2
Vorcaro teria apoiado plano para financiar advogado em disputa pela presidência da OAB
3
Anthropic lança modelo de IA Claude Sonnet 5.5, o segundo desde o apelo do CEO por desaceleração
4
Caixa libera dinheiro esquecido do antigo PIS/Pasep; veja como sacar
5
A seis dias das eleições, principais pesquisas mostram empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro, e indefinição deve durar até o segundo turno