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Apenas 1% dos brasileiros investe em ouro, diz pesquisa
Publicado 21/03/2026 • 10:00 | Atualizado há 5 horas
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Publicado 21/03/2026 • 10:00 | Atualizado há 5 horas
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Foto: Freepik.
Apesar da forte valorização do ouro nos últimos meses e do aumento da visibilidade do metal em meio às incertezas globais, apenas 1% da população economicamente ativa brasileira investe no ativo, segundo o Raio X do Investidor Brasileiro, pesquisa da Anbima em parceria com o Datafolha. Isso representa cerca de 1,6 milhão de pessoas.
Ao mesmo tempo, o levantamento mostra que o ouro é amplamente reconhecido pela população como uma forma de investimento: 67% dos brasileiros dizem associar o metal a essa categoria.
Segundo a Anbima, o dado reforça a percepção do ouro como um ativo de proteção em momentos de maior instabilidade econômica e geopolítica.
“Antigamente o ouro físico era usado como reserva de valor. Hoje, ele segue em evidência como uma forma de investir com liquidez, seja via mercado futuro, ETFs ou fundos que aplicam na commodity”, afirma Marcelo Billi, superintendente de Sustentabilidade, Inovação e Educação da Anbima.
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O reconhecimento do ouro como investimento aparece em todas as faixas de renda, embora com maior presença entre os brasileiros de maior poder aquisitivo. De acordo com a pesquisa, o metal é conhecido como ativo de investimento por 81% da classe A/B, 68% da classe C e 52% da classe D/E.
A Anbima também relaciona esse aumento de interesse ao cenário internacional. O noticiário sobre tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos e as tensões geopolíticas envolvendo Ucrânia e Oriente Médio ajudaram a elevar a atenção sobre a commodity.
Esse movimento também apareceu nas redes sociais. Segundo a última edição do FInfluence, relatório semestral da Anbima sobre influenciadores financeiros, o ouro foi o sétimo produto financeiro mais citado por influenciadores e o quinto tema com maior engajamento nas plataformas digitais.
Leia também: Ouro fecha em queda e desaba 10% na semana com temor inflacionário ligado ao Oriente Médio
A commodity também acumula forte valorização em 2026. No início do ano, os contratos futuros do ouro negociados em bolsa superaram a marca de US$ 5.200 por onça-troy, equivalente a cerca de 31,1 gramas.
Só em fevereiro, o metal subiu 10,9%, no sétimo mês seguido de alta, na maior sequência de ganhos desde 1973, segundo os dados citados pela entidade. No acumulado do ano, o avanço é de cerca de 12%, apesar da queda registrada nesta semana.
No mercado brasileiro, o ETF GOLD11 já supera 20% de valorização nos últimos seis meses.
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