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Bolsas da Ásia fecham em baixa após tombo em Wall Street e dados fracos da China
Publicado 14/11/2025 • 06:51 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 14/11/2025 • 06:51 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
EUGENE HOSHIKO/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Pedestres passam em frente a um painel eletrônico de ações mostrando o índice Nikkei do Japão em uma empresa de valores mobiliários em Tóquio, no Japão, nesta segunda-feira, 1º de setembro de 2025.
As bolsas asiáticas fecharam em queda expressiva nesta sexta-feira (14), acompanhando um tombo em Wall Street, à medida que ações ligadas à inteligência artificial (IA) seguem recuando em meio a temores de que seus preços tenham subido demais. Dados que apontam para uma desaceleração mais acentuada da economia chinesa também pesaram sobre os negócios.
Liderando o movimento na região, o índice sul-coreano Kospi caiu 3,81% em Seul, a 4.011,57 pontos, pressionado pelas fabricantes de chips Samsung Electronics (-5,45%) e SK Hynix (-8,50%).
Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei recuou 1,77% em Tóquio, a 50.376,53 pontos, o Hang Seng cedeu 1,85% em Hong Kong a 26.572,46 pontos, e o Taiex registrou baixa de 1,81% em Taiwan, a 27.397,50 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto apresentou queda de 0 97%, a 3.990,49 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto, de 1,36%, a 2.511,55 pontos.
Ontem, as bolsas de Nova York encerraram o pregão com fortes perdas, principalmente no setor de tecnologia, diante de temores persistentes de que papéis relacionados à IA tenham se valorizado excessivamente.
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Siga o Times | CNBCIncertezas sobre a divulgação atrasada de dados econômicos dos EUA, após o fim da paralisação do governo Trump, também azedaram o humor em Wall Street. Os dados são cruciais para que o Federal Reserve (Fed, o banco centra americano) decida sobre possíveis novos cortes de juros.
A aversão a risco na Ásia veio também após indicadores chineses mostrarem que a desaceleração da segunda maior economia do mundo se agravou.
Os investimentos em ativos fixos, que incluem imóveis, tiveram uma contração anual de 1,7% entre janeiro e outubro, bem maior do que o declínio de 0,5% visto nos primeiros nove meses do ano. Já a produção industrial da China subiu 4,5% no confronto anual de outubro e as vendas no varejo avançaram 2,9%, mas ambos os setores perderam fôlego em relação a setembro.
Na Oceania, a bolsa australiana acompanhou o tom negativo de Wall Street e da Ásia, e o S&P/ASX 200 caiu 1,36% em Sydney, a 8.634,50 pontos.
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