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Bolsas da Ásia fecham em baixa com tensões EUA-Irã e pressão dos rendimentos dos títulos
Publicado 20/05/2026 • 07:51 | Atualizado há 17 minutos
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Publicado 20/05/2026 • 07:51 | Atualizado há 17 minutos
KEY POINTS
Foto por Kazuhiro NOGI / AFP
An electronic quotation board displays share price on the Tokyo Stock Exchange in Tokyo on August 6, 2024. Tokyo stocks bounced back in early trade on August 6 following a historic selloff on worries over the US economy and a stronger yen.
As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta quarta-feira (20), em meio a tensões persistentes entre os Estados Unidos e o Irã e a rendimentos elevados de títulos, que pressionam ações e outros investimentos.
Liderando as perdas na Ásia, o índice japonês Nikkei caiu 1,23% em Tóquio, a 59.804,41 pontos, pressionado por ações de tecnologia e eletrônicos.
O sul-coreano Kospi recuou 0,86% em Seul, a 7.208,95 pontos, enquanto o Hang Seng cedeu 0,57% em Hong Kong, a 25.651,12 pontos, e o Taiex registrou perda de 0 39% em Taiwan, a 40.020,82 pontos.
Leia também: “Não conseguem comer nem acender as luzes”, diz Trump sobre Cuba
Na China continental, o pregão teve queda moderada: o Xangai Composto recuou 0,18%, a 4.162,18 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,28%, a 2.869,17 pontos.
O banco central chinês (PBoC, pela sigla em inglês) mais uma vez deixou suas principais taxas de juros inalteradas, apesar de recentes sinais de desaceleração econômica. As chamadas LPRs não sofrem ajustes desde maio do ano passado.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ontem que estava “a uma hora” de decidir atacar o Irã, antes de ser convencido a adiar a ofensiva por alguns dias. Ele acrescentou que, se Washington não conseguir fechar um acordo de paz com Teerã, um novo ataque poderá ocorrer até o início da próxima semana.
A tendência de alta dos rendimentos de títulos globais, em especial dos Treasuries, diante de pressões inflacionárias ligadas ao choque nos preços de energia com a guerra no Oriente Médio e de expectativas de que bancos centrais mantenham os juros altos por mais tempo, também desestimula o apetite por risco.
No fim da madrugada, o juro do T-bond de 30 anos recuava a 5,165%, após ter atingido 5,201% mais cedo, o maior patamar desde julho de 2007.
Apesar do tom intimidatório de Trump, o petróleo recuava pelo segundo dia consecutivo, mas o Brent se mantinha perto do elevado nível de US$ 110 por barril.
Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho, com baixa de 1,26% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.496,60 pontos.
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