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Bolsas da Ásia seguem NY e fecham com máximas históricas em Tóquio e Seul
Publicado 22/09/2025 • 07:32 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 22/09/2025 • 07:32 | Atualizado há 8 meses
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Eugene Hoshiko/AP/Estadão Conteúdo
Pedestres passam diante de um painel eletrônico de ações exibindo o índice Nikkei do Japão em uma corretora de valores mobiliários na capital Tóquio, nesta sexta-feira, 20 de junho de 2025, em Tóquio.
As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira (22), com recordes em Tóquio e Seul, após Wall Street encerrar a última semana — que foi marcada por corte de juros nos EUA — em máximas históricas.
O índice japonês Nikkei subiu 0,99% em Tóquio, para o nível inédito de 45.493,66 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 0,68% em Seul, a 3.468,65 pontos, também patamar recorde, e o Taiex registrou ganho de 1,18% em Taiwan, a 25.880,60 pontos.
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A Samsung Electronics se destacou em Seul, com salto de 4,77%, após relatos de que a fabricante sul-coreana de chips garantiu aprovação da Nvidia para seu produto de memória de alta largura de banda de quinta geração.
Na China continental, o dia foi de altas moderadas, de 0,22% do Xangai Composto, a 3.828,58 pontos, e de 0,56% do menos abrangente Shenzhen Composto, a 2.486,42 pontos, embora o banco central chinês (PBoC) tenha deixado suas taxas de juros de referência (LPRs, pela sigla em inglês) inalteradas pelo quarto mês consecutivo.
Contrariando o viés positivo da região, o Hang Seng caiu 0,76% em Hong Kong, a 26.344,14 pontos.
A predominância do apetite por risco na Ásia veio após as bolsas de Nova York renovarem máximas históricas na sexta-feira (19), em uma semana marcada por redução de juros pelo Federal Reserve (Fed), a primeira neste ano. Investidores estão otimistas de que o BC americano também reduzirá as taxas em suas duas próximas reuniões, em outubro e dezembro.
Na Oceania, a bolsa australiana ficou no azul pelo segundo pregão consecutivo, com alta de 0,43% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.810,90 pontos.
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