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Bolsas da Europa: Glencore salta com conversa com Rio Tinto
Publicado 09/01/2026 • 15:24 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 09/01/2026 • 15:24 | Atualizado há 4 meses
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Bolsas da Europa
As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em alta nesta sexta-feira (9), com suporte de papéis relacionados aos setores de defesa, semicondutores e luxo, enquanto investidores ponderam riscos de tensões geopolíticas e sinalizações da trajetória dos juros dos dois lados do Atlântico. A Glencore saltou após anúncio de negociação com a Rio Tinto.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,80%, a 10.124,60 pontos, e ganhou 1,74% na semana. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,52%, a 25.257,67 pontos, e avançou 2,93% na semana. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,44%, a 8.362,09 pontos, e teve alta de 2,04% na semana. Em Lisboa, o PSI 20 teve variação positiva de 0,40%, a 8.520,34 pontos, com ganhos de 1,43% na semana. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,03%, a 17.642,77 pontos e 0,93% na semana. O FTSE MIB subiu 0,10% em Milão, a 45.719,26 pontos e teve alta semanal de 0,76%. As cotações são preliminares.
Durante a sessão, as bolsas europeias ganharam força com a publicação do relatório de empregos dos EUA (payroll), sob análises de possíveis flexibilizações de política monetária pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
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O presidente dos EUA, Donald Trump, destacou que a posse da Groenlândia é “psicologicamente importante” para ele, mas descartou tensões com europeus, já que, segundo ele, “sempre se dará bem com a Europa“. Entre os papéis de defesa, a italiana Leonardo subiu 0,10% e a britânica Rolls-Royce avançou 1,34%. Além da questão da ilha, Rússia e Ucrânia trocaram novos ataques.
A ação da ASML disparou 5,8% em Amsterdã, após a receita da TSMC vir acima do esperado. A BE Semiconductor e a ASM International acompanharam os ganhos e avançaram 0,41% e 5,99%, respectivamente.
A Rio Tinto cedeu 3% e a Glencore disparou 9,6% após anunciarem que estudam uma fusão capaz de criar a maior mineradora do mundo, com valor empresarial superior a US$ 260 bilhões (aproximadamente R$ 1,4 trilhão, com o dólar a R$ 5,38).
Papéis do setor de luxo, como a Brunello Cucinelli (+3,3%), Kering (+2,5%) e LVMH (+2,8%) subiram e, para a Bernstein, a volatilidade nas ações de luxo europeias pode ser impulsionada pelo reposicionamento de fundos de investimento, que entra em conflito com os novos fluxos de capital para o setor.
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