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Bolsas de Nova York fecham sem direção definida no 3º dia de paralisação; Dow Jones e S&P 500 batem recorde
Publicado 03/10/2025 • 18:37 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 03/10/2025 • 18:37 | Atualizado há 8 meses
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Bolsas da Europa
As bolsas de Nova York encerraram o pregão desta sexta-feira (3) sem um rumo claro, com o Dow Jones e o S&P 500 alcançando novos recordes históricos.
Os investidores seguem apostando em possíveis cortes nos juros pelo Federal Reserve (Fed), mesmo com o terceiro dia de paralisação do governo americano, que suspendeu a divulgação do relatório de emprego, conhecido como payroll.
O índice Dow Jones subiu 0,51%, fechando aos 46.758,28 pontos, em novo recorde. O S&P 500 teve leve alta de 0,01%, encerrando em 6.715,79 pontos, também no maior nível já registrado. Já o Nasdaq caiu 0,28%, terminando o dia em 22.780,51 pontos. Na semana, os índices avançaram 1,10%, 1,08% e 1,31%, respectivamente.
Com a divulgação dos números do PMI de serviços e sem os dados do payroll, adiados devido ao início do shutdown, dirigentes do Federal Reserve (Fed) avaliam o próximo passo na política de juros. Mesmo sem essas informações, 97% do mercado ainda aposta em um novo corte na taxa de juros em outubro, segundo levantamento da CME.
Entre os principais destaques do dia, as montadoras ganharam força após a Reuters informar que o presidente dos EUA, Donald Trump, estaria cogitando reduzir impostos para a produção de veículos no país, segundo o senador Bernie Moreno.
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A General Motors subiu 1,30% e a Ford teve alta de 3,68%. A Tesla recuperou parte das perdas e fechou com avanço de 1,42%, após um grupo de acionistas pedir que outros investidores se manifestem contra o pacote salarial de US$ 1 trilhão (cerca de R$ 5,34 trilhões, na cotação atual) para o CEO Elon Musk.
As empresas de computação quântica Rigetti Computing e D-Wave encerraram a sexta-feira (3) em forte alta, com ganhos de 13,16% e 11,95%, respectivamente. Já a Rumble avançou 15,83% após anunciar uma parceria com a Perplexity para utilizar ferramentas de inteligência artificial.
Entre as perdas, a Applied Materials, fabricante de semicondutores, caiu 2,71% ao afirmar que as novas regras de exportação dos EUA devem reduzir drasticamente seus lucros.
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