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Ouro fecha em leve alta, com pressão inflacionária pela guerra e na espera de decisão do Fed
Publicado 17/03/2026 • 15:27 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 17/03/2026 • 15:27 | Atualizado há 7 meses
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Foto: Freepik.
O contrato futuro do ouro fechou em leve alta nesta terça-feira (17), à medida que o mercado pondera desdobramentos referentes ao conflito no Oriente Médio, bem como as possíveis consequências econômicas desencadeadas pela guerra. O metal precioso chegou a receber fôlego diante da ligeira queda do dólar e dos juros dos Treasuries, em compasso de espera para a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed).
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para abril encerrou em alta de 0,12%, a US$ 5.008,20 por onça-troy. Já a prata para março teve queda de 0,94%, a US$ 79,92 por onça-troy.
O presidente dos EUA, Donald Trump, reafirmou nesta terça que o conflito contra o Irã terminará em breve e projetou uma abertura do Estreito de Ormuz, depois de o diretor do Conselho Econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, mencionar que a guerra possui um prazo de quatro a seis semanas. Por outro lado, o novo líder supremo do Irã, o aiatolá Mojtaba Khamenei, rejeitou propostas para reduzir as tensões ou para um cessar-fogo com os americanos e reforçou que não é “o momento certo para a paz”.
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Siga o Times | CNBCA corretora FP Markets destaca que o ambiente favorece a alta do petróleo, o que consequentemente faz os bancos centrais relutarem em reduzir as taxas de juros, limitando os preços do ouro. “Como todos sabemos, taxas mais altas geralmente representam um obstáculo para ativos que não geram rendimento, como o ouro”, detalha.
O MUFG, por sua vez, menciona que a liberação de reservas emergenciais de petróleo ajudou a conter a alta dos preços da commodity, mas enfatiza que o aumento dos riscos de inflação reduziu as expectativas de um corte na taxa de juros pelo Fed, o que é uma pressão para os metais preciosos. De acordo com a ferramenta de monitoramento do CME Group, há uma ampla expectativa de que o BC americano mantenha os juros inalterados na decisão desta quarta-feira (18).
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