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Advogado de Trump critica prisão de Bolsonaro e vê afronta após alívio em tarifas
Publicado 22/11/2025 • 14:49 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 22/11/2025 • 14:49 | Atualizado há 6 meses
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Cezary Piwowarczyk / Creative Commons
O advogado norte-americano Martin De Luca, representante da Trump Media e da plataforma Rumble, criticou neste sábado (20/11) a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em publicação na plataforma X, De Luca classificou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), como “má fé” e um ato de desrespeito à administração de Donald Trump, ocorrendo um dia após os Estados Unidos suavizarem tarifas comerciais sobre o Brasil.
O advogado questionou os fundamentos apresentados para a detenção. Ele citou como “frágil” o argumento de que a residência de Bolsonaro, situada a 13 km da Embaixada dos Estados Unidos, representaria risco de fuga. Segundo De Luca, a justificativa baseia-se em “geografia e especulação”, e não em evidências concretas de atos de obstrução ou plano de escape.
Na decisão, Alexandre de Moraes apontou violação no uso da tornozeleira eletrônica e “elevado risco de fuga”. O magistrado mencionou a saída de aliados do ex-chefe do Executivo do país após condenações e a proximidade do condomínio Solar de Brasília com a representação diplomática norte-americana como fatores determinantes para a medida cautelar.
O jurista destacou o momento da operação, realizada horas após o governo norte-americano sinalizar redução nas tarifas. Ele afirmou que a medida judicial escalou o que chamou de “caça às bruxas” e constitui um insulto ao secretário de Estado, Marco Rubio, e ao presidente Donald Trump. Bolsonaro foi conduzido à Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília.
O ex-presidente permanecerá detido em uma Sala de Estado, espaço destinado a autoridades e altas figuras públicas.
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