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CEO do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, diz que a recessão ainda é uma ameaça para os EUA
Publicado 15/05/2025 • 14:34 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 15/05/2025 • 14:34 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Foto: World Economic Forum
CEO do JPMorgan, Jamie Dimon
O titã de Wall Street, Jamie Dimon, afirmou nesta quinta-feira (15) que uma recessão ainda é uma possibilidade séria para os Estados Unidos, mesmo após a recente redução das tarifas sobre a China.
“Se houver uma recessão, não sei qual será sua magnitude ou quanto tempo durará. Espero que possamos evitá-la, mas eu não a descartaria neste momento”, disse o CEO do JPMorgan Chase
em entrevista à Bloomberg Television.
Especificamente, Dimon disse que se submeteria aos economistas de seu banco, que estimam as chances de recessão em quase zero. Michael Feroli, economista-chefe da empresa nos EUA, afirmou em nota a clientes na terça-feira que a perspectiva de recessão “ainda é elevada, mas agora abaixo de 50%”.
Os comentários de Dimon foram feitos menos de uma semana depois que os EUA e a China anunciaram que estavam reduzindo drasticamente as tarifas entre si por 90 dias. Os EUA também implementaram uma pausa de 90 dias para muitas tarifas sobre outros países.
Os comentários de quinta-feira marcam uma mudança para Dimon, que disse no mês passado, antes da trégua na China, que uma recessão era provável.
Dimon também disse que ainda há “incerteza” em relação às tarifas, mas as pausas são positivas para a economia e o mercado.
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Siga o Times | CNBC“Acho que a coisa certa a fazer é recuar um pouco e iniciar o diálogo”, disse Dimon.
No entanto, mesmo com as pausas tarifárias, os impostos de importação sobre mercadorias que entram nos Estados Unidos estão agora muito mais altos do que no ano passado e podem causar prejuízos econômicos, de acordo com Dimon.
“Mesmo nesse nível, vemos pessoas retendo investimentos e refletindo sobre o que querem fazer”, disse Dimon.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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