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China reage a sanções da UE à Rússia e promete medidas para proteger empresas e bancos
Publicado 21/07/2025 • 12:56 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 21/07/2025 • 12:56 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Sede do Ministério do Comércio da China, em Pequim.
N509FZ/Wikimedia Commons
O governo da China manifestou “forte insatisfação” e “firme oposição” à decisão da União Europeia (UE) de incluir empresas e instituições financeiras chinesas na nova rodada de sanções contra a Rússia. A medida faz parte do 18º pacote europeu de restrições a Moscou, anunciado na sexta-feira (18).
Segundo comunicado do ministério do Comércio da China divulgado nesta segunda-feira, 21, a UE “ignorou as reiteradas gestões e a oposição da China” ao tomar a decisão, que afeta inclusive “duas instituições financeiras chinesas”, acusadas com base em alegações consideradas “infundadas” por Pequim.
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A nota afirma que a China “sempre se opôs a sanções unilaterais sem base no direito internacional e sem autorização do Conselho de Segurança das Nações Unidas”. Para Pequim, a decisão da UE viola o “espírito do consenso” entre as lideranças chinesas e europeias e causa “sérios impactos negativos” nas relações econômicas e comerciais sino-europeias e na cooperação financeira bilateral.
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Siga o Times | CNBCO governo chinês também exortou Bruxelas a “interromper imediatamente a prática equivocada de incluir empresas e instituições financeiras chinesas em suas listas de sanções”. Por fim, o país alertou que tomará medidas necessárias para “salvaguardar os direitos e interesses legítimos de suas empresas e instituições financeiras”.
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