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Conflito no Oriente Médio

EUA impõem sanções a empresas e indivíduos acusados de apoiar esforços de guerra do Irã

Publicado 09/05/2026 • 08:12 | Atualizado há 4 dias

KEY POINTS

  • Os Estados Unidos anunciaram sanções contra empresas e indivíduos no Oriente Médio e na China acusados de auxiliar o Irã em ações militares e programas de armamentos.
  • Segundo o secretário de Estado, Marco Rubio, parte das entidades chinesas teria fornecido imagens de satélite usadas em ataques iranianos contra forças americanas no Oriente Médio.
  • As medidas foram anunciadas em meio às negociações para encerrar o conflito e à tensão crescente no Estreito de Hormuz, após novos episódios de troca de ataques.

Os Estados Unidos estão impondo sanções contra empresas e indivíduos no Oriente Médio e na China por supostamente ajudarem o Irã em seus esforços de guerra, informou o Departamento de Estado.

As medidas atingem 11 entidades e três indivíduos localizados no Irã, China, Belarus e Emirados Árabes Unidos, segundo comunicado divulgado pelo departamento na noite de sexta-feira.

“Entre as ações anunciadas hoje estão diversas entidades sediadas na China que fornecem imagens de satélite para permitir ataques militares do Irã contra forças americanas no Oriente Médio”, afirmou o secretário de Estado, Marco Rubio, no comunicado.

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“Também estamos sancionando entidades e indivíduos que viabilizam esforços das Forças Armadas iranianas para obter armamentos, além de matérias-primas com aplicação nos programas iranianos de mísseis balísticos e veículos aéreos não tripulados (UAVs)”, acrescentou Rubio.

Rubio afirmou na sexta-feira que os EUA aguardavam ainda naquele dia uma resposta do Irã à proposta americana para encerrar a guerra.

O Irã declarou na quinta-feira que está analisando mensagens recebidas dos EUA por meio de mediadores paquistaneses, mas que ainda não havia chegado a uma conclusão nem enviado resposta, segundo a mídia estatal iraniana, citando uma autoridade do país.

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O site Axios e outros veículos noticiaram nesta semana que os países estavam próximos de um memorando de entendimento com 14 pontos para encerrar a guerra e retomar as negociações sobre o programa nuclear iraniano.

As declarações de Rubio ocorrem em meio à incerteza sobre a continuidade do cessar-fogo entre Irã e EUA, após os dois lados abrirem fogo no Estreito de Hormuz e acusarem um ao outro de iniciar os ataques.

O presidente Donald Trump insistiu na quinta-feira que o cessar-fogo seguia em vigor, classificando os ataques como “apenas um tapinha de amor”. Trump também afirmou que os iranianos querem “muito fechar um acordo”.

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“Vimos um relato durante a noite de que o Irã estabeleceu, ou está tentando estabelecer, alguma agência para controlar o tráfego no estreito. Isso seria um problema. Seria absolutamente inaceitável”, afirmou Rubio na sexta-feira.

O bloqueio da estreita rota marítima, responsável normalmente por cerca de um quinto do fornecimento global de petróleo, provocou um choque energético mundial. A Agência Internacional de Energia (IEA) classificou a situação como “a maior ameaça à segurança energética da história”.

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