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Irã reage a plano de escolta naval e diz que Ormuz não terá segurança em meio à guerra
Publicado 09/03/2026 • 13:02 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 09/03/2026 • 13:02 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
Estreito de Ormuz
Em meio à escalada militar no Oriente Médio, o Irã afirmou que não vê condições de garantir segurança no Estreito de Ormuz enquanto persistirem os ataques conduzidos por Estados Unidos e Israel na região. A avaliação foi feita nesta segunda-feira (9) por Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano.
Em publicação na rede social X, Larijani declarou que é “improvável que qualquer segurança seja alcançada no Estreito de Ormuz sob o fogo da guerra iniciada pelos Estados Unidos e por Israel na região”, em referência ao agravamento do conflito no Oriente Médio.
O dirigente iraniano acrescentou que a estabilidade da rota marítima estratégica não pode depender de atores que, segundo ele, contribuíram para alimentar o confronto.
Para Larijani, a segurança no estreito é ainda mais improvável “se depender de partes que não estiveram distantes de apoiar essa guerra e contribuir para alimentá-la”.
Leia também: EUA x Irã: saiba tudo o que já aconteceu nos primeiros dez dias de guerra
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Siga o Times | CNBCA manifestação ocorreu após o presidente da França, Emmanuel Macron, anunciar uma iniciativa liderada por Paris para escoltar navios petroleiros e de gás, com o objetivo de reabrir gradualmente o Estreito de Ormuz após a fase mais intensa do conflito. Macron também prometeu reforçar a defesa de Chipre.
O líder francês confirmou ainda o envio de navios de guerra e outros meios militares ao Mediterrâneo Oriental, depois que um ataque com drone atingiu uma base aérea britânica em Chipre na semana passada. Segundo Macron, a mobilização busca reforçar a proteção de aliados europeus diante do risco de ampliação do confronto envolvendo o Irã.
O Estreito de Ormuz é considerado uma das principais rotas marítimas globais para o transporte de petróleo e gás natural. Por isso, qualquer interrupção na navegação costuma gerar preocupação nos mercados de energia e no comércio internacional.
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