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Cotado para chefiar o Fed, Hassett defende independência do banco central dos EUA
Publicado 16/12/2025 • 11:55 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 16/12/2025 • 11:55 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
Kevin Hassett, diretor do Conselho Econômico Nacional e um dos finalistas para o cargo de presidente do Federal Reserve, demonstrou nesta terça-feira (16) apoio à independência do banco central.
Com o presidente Donald Trump aparentemente nos dias finais do processo de escolha do sucessor de Jerome Powell no Fed, Hassett evitou, em entrevista à CNBC, comentar diretamente sua própria candidatura, mas afirmou que a construção de consenso é uma parte importante do cargo.
“A independência do Federal Reserve é realmente, realmente importante, e as vozes das outras pessoas no [Comitê Federal de Mercado Aberto], elas também são importantes”, disse. “Portanto, a forma de conduzir os movimentos das taxas de juros é por meio de consenso, com base nos fatos e nos dados.”
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Até a semana passada, Hassett era considerado o principal candidato para substituir Powell, que se aproxima do fim de seu segundo mandato à frente do banco central. No entanto, Trump afirmou na semana passada que o ex-diretor Kevin Warsh também passou a liderar a disputa, após uma entrevista entre os dois realizada na última quarta-feira.
Nos últimos dias, houve alguma resistência em relação ao nome de Hassett. Fontes disseram à CNBC que assessores do presidente temem que ele seja visto como próximo demais de Trump e que atue de acordo com seus interesses, em vez de buscar definir a política de juros em linha com o duplo mandato do Fed de estabilidade de preços e pleno emprego.
Hassett, no entanto, afirmou que sua relação com Trump não deveria ser usada contra ele.
“A ideia de que alguém não é qualificado para o cargo por ser um amigo próximo que trabalhou bem com o presidente é algo que acredito que o presidente rejeita”, disse.
Embora tenha nomeado Powell, Trump tem sido um crítico constante do presidente do Fed.
O presidente tem exigido cortes agressivos nos juros, demonstrando insatisfação mesmo após o FOMC ter aprovado três reduções consecutivas desde setembro, que somam três quartos de ponto percentual. O diretor Stephen Miran, indicado por Trump e empossado em setembro, votou contra cada uma dessas reduções, defendendo cortes de meio ponto percentual.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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