Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Conexão Global: O impacto das decisões de juros no Brasil e EUA
Publicado 30/04/2026 • 19:35 | Atualizado há 1 hora
Meta despenca 10% e Alphabet sobe 5% após empresas elevarem gastos de capital; entenda
Ações da Stellantis caem até 10% após resultados do 1º trimestre
Preço do petróleo atinge recorde em 4 anos; Brent futuro é negociado a US$ 126 por barril desta quinta
Lucro da Samsung salta mais de 8 vezes, supera estimativas e reflete boom da IA com escassez de chips de memória
Amazon supera expectativas com avanço da nuvem, mas ação recua após resultado
Publicado 30/04/2026 • 19:35 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
A decisão coordenada das taxas de juros no Brasil e nos Estados Unidos, na chamada “Super Quarta”, reforçou a necessidade de cautela e diversificação inteligente nos portfólios. Enquanto o Federal Reserve optou pela manutenção da taxa entre 3,5% e 3,75% devido à resiliência da economia americana e incertezas geopolíticas, o Banco Central do Brasil reduziu a Selic para 14,30%. “Foi um corte de 0,25%, mas com bastante cautela, explica Arley Matos, head de advisory e estratégia de distribuição do Santander, durante o quadro Conexão Global.
“O mercado já aguardava essas decisões, que agora exigem que o investidor combine estratégias de blindagem com o aproveitamento das oscilações de ativos como câmbio e bolsa”, analisou em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
Apesar da queda da Selic, o especialista do Santander afirmou que a renda fixa brasileira segue atrativa e deve ser combinada com instrumentos de proteção contra a inflação. Ele destacou que a renda fixa a 14,5% ao ano ainda tem grande relevância, recomendando que o investidor mantenha parte da carteira em produtos atrelados ao CDI e complemente a estratégia com títulos indexados à inflação, que, segundo ele, oferecem taxas prefixadas bastante atrativas em razão do cenário de incerteza global.
Leia mais:
Repsol tem lucro líquido de 929 milhões de euros e amplia geração de caixa
Cidade Matarazzo inaugura hub de beleza Mata Lab com foco em experiência sensorial
“Mais do que olhar para o índice, o investidor deve focar em empresas e setores específicos. É um momento de buscar informações e contar com especialistas para entender quais estratégias de bolsa fazem sentido para o seu perfil e objetivos de longo prazo”, recomendou.
O executivo ressaltou ainda que a internacionalização dos investimentos tornou-se essencial para reduzir riscos e acessar teses inexistentes no mercado doméstico. “Ter uma visão global permite acessar mercados dinâmicos e dolarizar parte do patrimônio. No Santander, conectamos nossos analistas e gestores em várias geografias para enriquecer as decisões de alocação, seja via fundos multimercados ou abertura de contas no exterior”.
Por fim, ele observou que o investidor brasileiro tem buscado alternativas internacionais com mais frequência graças à facilidade de acesso atual. “A evolução do mercado facilitou esse caminho. O investidor percebeu que a performance de ativos no exterior funciona como uma excelente complementariedade para a carteira, gerando proteção e atratividade em momentos de volatilidade”, concluiu.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
AGOE da Oncoclínicas: o que está em jogo na assembleia que pode definir o futuro da companhia
2
Sauer: conheça a marca brasileira usada por Meryl Streep na estreia de ‘O Diabo Veste Prada 2’
3
Alta de 60% no querosene pressiona aviação, mas Azul busca reduzir impactos ao cliente, diz executivo da empresa
4
Quanto rende o Tesouro Reserva? Entenda o retorno antes de investir
5
Coca-Cola supera estimativas e eleva projeção de lucro com alta da demanda global por bebidas