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Ex-presidente cubano Raúl Castro é indiciado pelos EUA após acusações de assasinato
Publicado 20/05/2026 • 16:20 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 20/05/2026 • 16:20 | Atualizado há 4 semanas
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Wikimedia Commons
O governo dos Estados Unidos indiciou, nesta quarta-feira (20), o ex-presidente de Cuba, Raúl Castro. Ele é acusado de assassinato, conspiração para matar cidadãos americanos e destruição de aeronaves, em um caso relacionado à queda de dois aviões de pequeno porte ocorrida em 1996.
As informações e a decisão de revogar o sigilo do processo foram divulgadas por um juiz de Miami, segundo a agência AFP.
Após o indiciamento, autoridades norte-americanas afirmaram esperar que o ex-líder cubano seja detido. Em coletiva de imprensa em Miami, o procurador-geral interino dos EUA, Todd Blanche, declarou que o país pode prendê-lo caso não haja rendição voluntária.
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Ele afirmou: “Esperamos que ele se apresente aqui por vontade própria ou, caso contrário, irá para a prisão”.
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, rejeitou as acusações e classificou a decisão dos Estados Unidos como uma “ação política”, sem base jurídica. Segundo ele, a medida teria como objetivo encobrir e justificar uma possível agressão militar contra a ilha.
Em publicação na rede social X, Díaz-Canel defendeu a atuação do país na época do incidente, afirmando que Cuba agiu em “legítima defesa, dentro de suas águas jurisdicionais”.
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