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EXCLUSIVO CNBC: Trump afirma que acordo para a Groenlândia com a OTAN envolve direitos minerais para os EUA
Publicado 21/01/2026 • 17:26 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 21/01/2026 • 17:26 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (21), em entrevista exclusiva à CNBC, que o acordo em negociação envolvendo a Groenlândia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) inclui participação americana em direitos minerais.
Ao comentar os termos do entendimento, Trump declarou: “Sim, o Golden Dome. Eles vão ser envolvidos no Golden Dome. E eles vão ser envolvidos em direitos minerais, então…”
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O presidente também indicou que já existe um desenho preliminar do acordo. “Bom, nós temos um conceito de acordo. Eu acho que vai ser um bom negócio para os Estados Unidos e também para eles.”
Durante a conversa, Trump acrescentou que o entendimento não teria prazo de validade e que o diálogo ocorre com lideranças da aliança militar. Questionado sobre a duração do acordo, respondeu: “É para sempre.”
A entrevista ocorre em meio ao aumento das tensões geopolíticas envolvendo o Ártico e a estratégia dos Estados Unidos para ampliar sua presença econômica e de segurança na região.
Além dos direitos minerais, Trump afirmou que o entendimento envolve cooperação mais ampla em temas de segurança e na atuação no Ártico. Segundo ele, “nós vamos trabalhar juntos em algo que tenha a ver com o Ártico como um todo (…) tem a ver com a segurança, a grande segurança, a segurança escrota e outras coisas.”
Ao ser questionado se o acordo teria natureza de propriedade, o presidente evitou detalhar os termos e indicou que a estrutura ainda está em discussão. “Um acordo de propriedade? Um acordo… Bem, é um pouco complexo, mas explicaremos isso depois.”
Em outro momento da entrevista, Trump comparou o acordo a cenários de conflito, afirmando: “Isso é melhor do que uma guerra de 1980.”, “Isso é duas horas depois da guerra.” e “Melhor do que a guerra de Obama.”
Trump também afirmou que não imaginava que a Groenlândia pudesse ganhar contornos de tensão armada no cenário internacional. “Eu nunca pensei que a Groenlândia, que os eventos geopolíticos incluiriam uma guerra de tiros.”
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