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EXCLUSIVO CNBC: Trump sinaliza que tem um favorito para a presidência do Fed: “Na minha opinião, resta apenas um”
Publicado 21/01/2026 • 17:53 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 21/01/2026 • 17:53 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou nesta quarta-feira (21) que está perto de concluir a escolha do próximo presidente do Federal Reserve e deu sinais de que já tem um favorito para o cargo.
Em entrevista exclusiva à CNBC durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Trump afirmou: “Eu diria que tínhamos três nomes, mas agora estamos em dois. E, pra falar a verdade, acho que, na minha cabeça, já tem praticamente um escolhido.” Apesar da sinalização, o presidente evitou revelar quem seria o nome preferido.
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Segundo Trump, o processo de seleção começou em setembro e chegou a considerar até 11 candidatos, mas agora está na reta final. A lista incluiu ex e atuais dirigentes do Fed, economistas e investidores de Wall Street.
Entre os nomes mais cotados estiveram o ex-diretor do Fed Kevin Warsh, o atual diretor Christopher Waller, o chefe do Conselho Econômico Nacional Kevin Hassett e Rick Rieder, responsável pela área de renda fixa da BlackRock. Na entrevista, Trump disse que Rieder, o último a ser entrevistado, é “impressionante” e elogiou o conjunto dos candidatos.
Nos últimos dias, porém, Trump afirmou que prefere manter Hassett no comando do Conselho Econômico Nacional, o que praticamente o retiraria da disputa.
A declaração ocorre após um ano de forte tensão envolvendo o banco central americano. Trump intensificou críticas públicas à atual gestão do Fed, ameaçou demitir Jerome Powell e chegou a tentar afastar a diretora Lisa Cook, episódio que foi analisado pela Suprema Corte nesta quarta-feira.
Com a saída de Powell da presidência praticamente dada como certa, permanece a dúvida se ele continuará por mais dois anos como diretor da instituição, o que lhe permitiria manter influência sobre decisões de política monetária e juros. Trump demonstrou indiferença sobre essa possibilidade. “A gente tem que jogar com as cartas que recebe”, afirmou. “Se isso acontecer, acho que a vida dele não vai ser nada fácil, sinceramente. Acho que ele quer sair. Ele não fez um bom trabalho.”
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