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Falas de Trump impulsionam preços do petróleo
Publicado 18/11/2025 • 17:32 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 18/11/2025 • 17:32 | Atualizado há 11 meses
KEY POINTS
Frederic J. Brown | Afp | Getty Images (Reprodução CNBC Internacional)
Bomba de petróleo
Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta terça-feira (18), em sessão marcada por volatilidade. Investidores monitoram tensões geopolíticas e falas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se sobrepondo aos sinais de oferta mais apertada no curto prazo.
O petróleo WTI para janeiro, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), fechou em alta de 1,35% (US$ 0,81), a US$ 60,67 (cerca de R$ 305,97, na cotação atual) o barril. Já o Brent para o mesmo mês, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), avançou 1,07% (US$ 0,69), a US$ 64,89 (R$ 321,86) o barril.
“Os preços permanecem presos entre a instabilidade geopolítica e a expansão estrutural da oferta”, diz Nadir Belbarka, analista da XMArabia.
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Espera-se que os índices globais de petróleo bruto caiam ainda mais nos próximos meses, à medida que as expectativas de um excesso iminente continuam a pesar em suas perspectivas, alerta. No entanto, as últimas sanções dos EUA estão começando a afetar os preços, acrescenta Belbarka.
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Siga o Times | CNBCO presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, e o enviado americano Steve Witkoff viajam à Turquia nesta terça para tentar reativar negociações com Moscou e encerrar a guerra. Paralelamente, a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, enviou na segunda-feira uma carta aos países da União Europeia com propostas formais para expropriar ativos russos e alternativas de financiamento à Ucrânia por meio de empréstimos.
Nos EUA, Trump disse estar reconstruindo as reservas estratégicas dos EUA “destruídas pelo governo de Biden” e que está aberto a conversar com o líder da Venezuela, Nicolás Maduro, em comentários a repórteres antes de encontro com o príncipe da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman.
No radar corporativo, a Exxon Mobil, Chevron e Abu Dhabi National Oil, assim como o gigante de private equity dos EUA Carlyle Group, estão entre as interessadas nos ativos internacionais da petrolífera russa Lukoil, uma venda acelerada pelas sanções de Washington que entrarão em vigor no próximo mês, segundo a Bloomberg.
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